A minga indígena chegou a Cali no dia 13 de abril como parte da “Minga por Colombia”, liderada pela senadora Aída Quilcué. As autoridades de trânsito multaram vários ônibus do tipo chiva por infrações que incluíam placas cobertas e passageiros no teto. As operações foram realizadas apesar de acordos de coordenação prévios.
A caravana da minga indígena, que passou por Tumaco, Ipiales, Pasto e Popayán, terminou em Cali com uma reunião na Plazoleta Jairo Varela. Centenas de pessoas receberam a mobilização política, que envolveu vários ônibus de escada ou chivas. A Secretaria de Mobilidade de Cali ativou controles de trânsito durante a entrada dos veículos. Os agentes identificaram infrações como placas cobertas por panos ou bandeiras e pessoas sendo transportadas no teto ou penduradas do lado de fora, práticas proibidas devido aos riscos à segurança. O subsecretário de Mobilidade, Jorge Escobar Nieto, afirmou que, apesar da coordenação prévia com os organizadores, ocorreram violações que exigiram intervenção. Em alguns casos, os motoristas corrigiram as irregularidades, mas outros resultaram em multas. As penalidades abrangeram superlotação e ocultação de placas. Transportar pessoas no teto ou fora do veículo acarreta uma multa de 15 salários mínimos legais mensais, enquanto cobrir as placas equivale a 8 salários mínimos.