Leonardo Medina Patiño questiona manutenção de pedágios na Colômbia

O colunista Leonardo Medina Patiño argumenta que o Estado colombiano depende do setor privado para o desenvolvimento rodoviário, mas critica a falta de reinvestimento na manutenção de rodovias concedidas. Ele aponta problemas como longas filas nos pedágios, cobranças mínimas de 13.000 pesos e deficiências em iluminação e sinalização que comprometem a segurança. Ele pede maior supervisão e que os legisladores enfrentem essas deficiências.

Em sua coluna publicada em 6 de fevereiro de 2026 no Occidente.co, Leonardo Medina Patiño destaca a necessidade de parcerias entre Estado e setor privado para avançar no desenvolvimento viário, similar às de saúde e educação. Ele observa que essa colaboração está regulamentada desde a Lei 80 de 1993 e as Alianças Público-Privadas (APP), com as concessões rodoviárias como exemplo chave que impulsiona investimentos nos departamentos.  nnNo entanto, Medina Patiño enfatiza a urgência de revisar a manutenção dessas estradas. Ele aponta que os pedágios, que operam 24 horas por dia, sete dias por semana para recuperar o investimento de longo prazo, nem sempre reinvestem adequadamente. Em alguns pontos, formam-se filas impressionantes onde cada veículo paga pelo menos 13.000 pesos; em feriados, contratam auxiliares para gerenciar o congestionamento, mas os benefícios não são evidentes na preservação das rodovias.  nnOs problemas identificados incluem falta de iluminação, demarcacão precária, buracos e outros que ameaçam a segurança rodoviária. O autor antecipa desculpas como não estar estipulado no contrato, ser responsabilidade do governo nacional ou os concessionários ainda não terem recuperado o investimento conforme projeções financeiras. Essas disputas afetam motoristas, turistas, transportadores e a imagem do país.  nnMedina Patiño conclui que é pertinente exigir estradas melhores e que os investidores assumam as responsabilidades de manutenção, atribuindo aos próximos representantes legislativos uma tarefa chave nesse debate.

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