Após o anúncio do Decreto 1428 de 2025 para acabar com os subsídios ao diesel para veículos privados, diplomáticos e oficiais —aumentando os preços em ~$3.000 enquanto poupa o transporte público—, postos de serviço nas regiões afetadas levantam questões operacionais no meio das reformas FEPC do governo colombiano.
Como parte do desmantelamento contínuo do Fundo de Estabilização de Preços de Combustíveis (FEPC) pela administração do presidente Gustavo Petro —que anteriormente elevou os preços da gasolina em 2023—, o Ministério de Minas e Energia mirou subsídios ao diesel (ACPM) para usos não essenciais via Decreto 1428 de 2025. O decreto alinha os custos do diesel para veículos privados, diplomáticos e oficiais mais próximos das tarifas de mercado, elevando-os em cerca de $3.000 por unidade, para corrigir distorções fiscais sem impactar o transporte público de carga/passageiros, preços de alimentos ou custos domésticos. A implementação é faseada ao longo de seis meses, começando em áreas principais: Antioquia, Atlántico, Bogotá, Bolívar, Córdoba, Cundinamarca, Magdalena, Risaralda, Santander, Tolima e Valle del Cauca (excluindo inicialmente Huila), permitindo monitoramento do impacto antes de aplicação mais ampla. O ministro Edwin Palma reiterou o foco social: os subsídios devem proteger o transporte público, empregos, produção e custos de vida. Embora especialistas tenham notado obstáculos logísticos como tecnologia de diferenciação de preços, os postos de serviço destacam desafios práticos. Luz Mila Moyano, dos distribuidores de Huila, questionou preços duplos nas bombas, e a Fendipetróleo enfatizou que não controlam os preços, pedindo implementação nacional uniforme para evitar distorções regionais.