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Chilean gas station showing historic fuel price hikes after government decree on Mepco, with queues of drivers and La Moneda palace in background.
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Governo neutraliza o Mepco e leva preços dos combustíveis a máximas históricas

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O governo de José Antonio Kast emitiu decretos alterando o Mepco, permitindo aumentos históricos nos preços da gasolina e do diesel a partir de 26 de março. A medida responde à disparada dos preços do petróleo devido à guerra no Irã e ao aperto fiscal, com medidas de alívio para querosene e transportadores. O Congresso aprovou o projeto após negociações que isentaram pequenas e médias empresas (PME) de impostos mais altos.

O preço médio do diesel vendido por refinarias e importadoras a distribuidoras no Brasil aumentou 40% na primeira quinzena de março, para R$ 5,36 por litro, devido à escalada das cotações internacionais após ataques dos Estados Unidos e Israel ao Irã. Nos postos, o combustível ficou 20% mais caro até a semana passada, segundo a ANP. O governo Lula pressiona o setor para conter repasses ao consumidor.

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O presidente José Antonio Kast assinou o decreto que promulga a lei “Emergencia Energética, Chile Sale Adelante” e aproveitou a cerimônia para se dirigir aos jovens mobilizados pelos históricos aumentos nos preços dos combustíveis. Ele pediu que não prejudiquem mais o país e sugeriu que protestem sem utilizar o transporte público.

Os preços dos combustíveis no Brasil subiram pela segunda semana consecutiva, segundo dados da ANP divulgados em 13 de março de 2026. O diesel registrou alta de 11,8%, enquanto a gasolina aumentou 2,5%, refletindo os impactos da guerra no Irã sobre os preços internacionais do petróleo.

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Líderes do PT articulam medidas no Congresso para monitorar os preços dos combustíveis em meio à guerra no Oriente Médio. Eles defendem a criação de uma comissão externa e não descartam uma CPI para investigar cartéis. Além disso, buscam reestatizar a BR Distribuidora, privatizada no governo anterior.

Com base na recente confirmação de avanços pelo ministro Palma, o governo colombiano reduzirá a gasolina comum em 300 pesos por galão a partir de 1º de fevereiro de 2026. O ministro da Fazenda Germán Ávila confirmou que a medida fecha a lacuna do Fundo de Estabilização de Preços de Combustíveis (FEPC) com os preços internacionais, aliviando os custos aos consumidores.

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O ministro de Minas e Energia da Colômbia, Edwin Palma, confirmou os esforços do governo para estabilizar o Fundo de Estabilização de Preços de Combustíveis (FEPC) e avançar com um ajuste gradual ao preço da gasolina. Isso segue o anúncio do presidente Gustavo Petro de uma redução no preço dos combustíveis. O ministro afirmou que o montante exato do corte será anunciado em 1 de fevereiro.

 

 

 

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