Ministro Palma defende corte de US$ 500 no preço da gasolina em meio a debate sobre dívida do Fepc

O Ministério de Minas e Energia da Colômbia emitiu uma resolução para reduzir o preço da gasolina em US$ 500 por galão a partir de 1º de fevereiro de 2026, enquanto o diesel permanece estável. A medida visa abordar o déficit no Fundo de Estabilização de Preços de Combustíveis (Fepc). O ministro Edwin Palma rebateu críticas sobre a dívida herdada, afirmando que o valor de US$ 70 bilhões representa pagamentos acumulados ao longo de seis anos.

Em 31 de janeiro de 2026, o Ministério de Minas e Energia da Colômbia formalizou uma redução de US$ 500 por galão nos preços da gasolina, efetiva a partir de 1º de fevereiro. O corte se aplica uniformemente em cidades como Bogotá, Medellín, Cali, Barranquilla, Cartagena, Bucaramanga, Pereira, Manizales, Villavicencio, Ibagué, Cúcuta e Pasto. Os preços do diesel permanecem inalterados para evitar impactos no transporte e logística. A decisão aborda o déficit no Fundo de Estabilização de Preços de Combustíveis (Fepc), herdado da administração anterior e agravado por subsídios. O ministro Edwin Palma explicou que o fundo contabiliza as diferenças totais em relação à paridade de importação, incluindo custos logísticos, não subsídios isolados. No final do governo de Iván Duque, o déficit excedia US$ 30 bilhões, com disparidades de US$ 7.062 por galão de gasolina e US$ 11.064 por galão de ACPM. Nos últimos dois trimestres de 2022, acumularam-se US$ 19,9 bilhões, equivalente a 67% dos quatro anos anteriores. Palma esclareceu que o valor de US$ 70 bilhões é a soma dos pagamentos do Fepc de 2018 a 2024, recursos desviados do investimento social. No governo de Gustavo Petro, os saldos foram de US$ 20,5 bilhões em 2023 e US$ 7,7 bilhões em 2024. No entanto, o analista Felipe Campos argumentou que Duque deixou um déficit de US$ 36 bilhões, dos quais US$ 16 bilhões foram pagos, restando US$ 20 bilhões. Campos atribuiu um déficit adicional de US$ 31 bilhões desde 2023 (US$ 19 bilhões em 2023, US$ 8 bilhões em 2024 e US$ 4 bilhões em 2025) ao governo atual, criticando o subsídio ao diesel, que teria limitado o déficit de 2023 a US$ 10 bilhões se evitado. Palma defendeu ajustes graduais nos preços da gasolina, exclusão de grandes consumidores do Fepc, revalorização do peso e queda nos preços internacionais. Essas medidas reverteram o saldo do fundo na segunda metade de 2025, alcançando pagamentos líquidos positivos pela primeira vez em mais de cinco anos. Sem elas, a conta seria US$ 20 bilhões maior, reduzindo o investimento público. O ministério monitorará a implementação regional para garantir sustentabilidade fiscal e fornecimento contínuo.

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