Colombian Finance Minister announces economic emergency decree with new taxes, as business leaders express skepticism.
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Governo colombiano planeja declarar emergência econômica para arrecadar 16 trilhões de pesos

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O ministro da Fazenda Germán Ávila anunciou a declaração de uma emergência econômica após o fracasso da reforma tributária, visando financiar 16 trilhões de pesos para o Orçamento Geral da Nação 2026. O anteprojeto de decreto inclui impostos sobre ativos, álcool, cigarros e uma contribuição especial sobre hidrocarbonetos e carvão. Gremios empresariais como Andi, ACM e ACP questionam sua constitucionalidade e efetividade.

Em 19 de dezembro de 2025, o ministro da Fazenda Germán Ávila confirmou a intenção do governo de Gustavo Petro de declarar uma emergência econômica devido a um rombo de 16,3 trilhões de pesos no Orçamento Geral da Nação 2026, após a rejeição do Congresso à reforma tributária. "O objetivo de arrecadação da emergência econômica é de 16 trilhões de pesos. Esperamos recuperar os recursos que o Congresso desfinanciou do orçamento nacional", afirmou Ávila.

O anteprojeto de decreto, composto por três capítulos, delineia medidas tributárias para arrecadar os fundos necessários. O primeiro capítulo estabelece um imposto sobre o patrimônio para pessoas jurídicas a partir de 1º de janeiro de 2026, aplicável a patrimônios líquidos iguais ou superiores a 40.000 UVT (aproximadamente 1,991 milhão de pesos). O segundo capítulo revive impostos indiretos semelhantes aos da reforma fracassada, incluindo uma taxa sobre álcool de 750 pesos por grau de álcool em recipientes de 750 ml mais 30% ad valorem, e sobre cigarros de 11.200 pesos por maço de 20 unidades mais 10% ad valorem. Inclui também o aumento do imposto sobre transações financeiras de 4x1000 para 5x1000, e impostos sobre jogos de azar online.

O terceiro capítulo introduz um imposto temporário de 1% sobre a extração de hidrocarbonetos e carvão, afetando exportações de empresas com renda líquida superior a 50.000 UVT.

Os gremios empresariais reagiram de forma rápida e crítica. O presidente da Andi, Bruce Mac Master, solicitou à Corte Constitucional a suspensão provisória do decreto, argumentando que não há evento superveniente nem perturbação econômica grave, pois os 16 trilhões representam apenas 2,9% do orçamento de 546 trilhões. "Não há explicação clara para considerar que um rombo de 2,9% possa ter repercussões de tal magnitude", observou.

Juan Camilo Nariño, da ACM, chamou a medida de "inadmissível" e um grave precedente para o Estado de direito. Frank Pearl, da ACP, afirmou que "não há hoje um evento superveniente que justifique a declaração" e que viola a Constituição. Luis Fernando Mejía, da Fedesarrollo, concordou que o valor não ameaça a ordem econômica, representando menos de 3% do orçamento.

Seria a quarta emergência econômica sob Petro e a décima em três décadas, em meio a dívida pública crescente, dívidas do setor saúde e necessidades de segurança.

O que as pessoas estão dizendo

As discussões no X sobre o anúncio do governo colombiano de um decreto de emergência econômica para arrecadar cerca de 16 trilhões de pesos por meio de novos impostos sobre transações financeiras, ativos, álcool, cigarros e outros são majoritariamente negativas. Usuários e figuras da oposição criticam como antidemocrático, contornando o Congresso em meio a suposto desperdício e corrupção sob o presidente Petro. Gremios empresariais e economistas questionam sua constitucionalidade e efetividade. Postagens oficiais e da mídia apresentam de forma neutra como necessário para financiar o orçamento 2026 e proteger setores vulneráveis.

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Após o Tribunal Constitucional derrubar o decreto de emergência econômica de dezembro de 2025, o governo colombiano apresentará uma reforma tributária para arrecadar 16 trilhões de pesos. O ministro da Fazenda, Germán Ávila, e o presidente Gustavo Petro confirmaram o plano em resposta ao desequilíbrio fiscal. A medida visa evitar cortes nos gastos sociais e enfrentar déficits herdados.

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Após o anúncio de 19 de dezembro sobre planos para um decreto de emergência econômica, o governo colombiano de Gustavo Petro emitiu em 31 de dezembro o pacote tributário via Decreto 1390, visando 11 trilhões de pesos para enfrentar um déficit fiscal de 16,3 trilhões após o Congresso rejeitar as reformas. O ministro das Finanças, Germán Ávila, observou que cobre grande parte, mas não todas as necessidades de 2026, impactando licores, cigarros, patrimônio, finanças e importações.

A Corte Constitucional da Colômbia suspendeu provisoriamente o Decreto 1390 de 22 de dezembro de 2025, que declarava uma Emergência Econômica e Social. O presidente Gustavo Petro criticou a decisão como uma ruptura da ordem constitucional e afirmou que o custo da dívida não recairá sobre a classe trabalhadora. O governo planeja apresentar novas leis tributárias para lidar com o déficit.

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O governo colombiano, liderado pelo presidente Gustavo Petro, anunciou ações legais contra 17 governadores que se recusam a aplicar o decreto de emergência econômica, enquanto o Tribunal Constitucional analisa sua legalidade. Esse confronto gera incerteza sobre os impostos arrecadados, como o IVA de 19% sobre licores, e possíveis reembolsos se a medida for considerada inconstitucional. Especialistas alertam que sanções penais são improváveis e destacam a complexidade dos reembolsos.

A Controladoria-Geral da República da Colômbia informou que o Decreto 0150 de 2026, que declarou emergência econômica em fevereiro devido à crise climática, carece de bases de cálculo sólidas para solicitar entre 8,26 e 8,68 trilhões de pesos. O órgão de controle identificou discrepâncias nas estimativas de danos, como áreas inundadas, e a ausência de um plano nacional articulado. Esta revisão atende a um pedido do Tribunal Constitucional.

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Após o anúncio de 19 de dezembro de uma emergência econômica e petições de suspensão de grupos empresariais, o presidente Gustavo Petro emitiu o decreto em 25 de dezembro. Centro Democrático de Álvaro Uribe protocolou uma tutela alegando inconstitucionalidade, mas o Supremo Tribunal Constitucional adiou a análise até 13 de janeiro por vacância judicial, provocando uma disputa pública.

 

 

 

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