Após o anúncio de 19 de dezembro de uma emergência econômica e petições de suspensão de grupos empresariais, o presidente Gustavo Petro emitiu o decreto em 25 de dezembro. Centro Democrático de Álvaro Uribe protocolou uma tutela alegando inconstitucionalidade, mas o Supremo Tribunal Constitucional adiou a análise até 13 de janeiro por vacância judicial, provocando uma disputa pública.
A saga da emergência econômica escalou quando o presidente Gustavo Petro emitiu formalmente um decreto de 30 dias em 25 de dezembro de 2025 para enfrentar a crise fiscal da Colômbia —marcada por dívida insustentável, baixa arrecadação tributária e obrigações não cumpridas em segurança social e segurança nacional—. Isso seguiu a rejeição do Congresso a uma reforma tributária, deixando um déficit orçamentário significativo previamente alertado por líderes empresariais como Fenalco, Andi e o Conselho Nacional Empresarial, que peticionaram à Corte Constitucional por revisão e possível suspensão, argumentando falta de fundamentos constitucionais.
O partido Centro Democrático de Álvaro Uribe Vélez, incluindo a senadora Paloma Valencia, respondeu protocolando uma ação de tutela para suspender imediatamente o decreto, rotulando-o de 'abertamente inconstitucional e um abuso de poder para impor novos impostos arbitrariamente'. Eles buscaram intervenção judicial urgente para proteger o Estado de direito e os direitos dos cidadãos.
Uribe criticou a recusa da Corte Constitucional em revisar durante sua vacância judicial, que se estende até 13 de janeiro. 'A proteção dos direitos dos cidadãos não pode estar sujeita a vacância', postou ele no X, exigindo que a tutela prossiga.
Petro rebateu nas redes sociais: 'Proteger os cidadãos, ou os 0,6% deles que são os mais ricos da Colômbia?'. Ele acusou Uribe e o ex-presidente Iván Duque de políticas tributárias que favoreceram a elite, aumentaram a desigualdade e inflaram déficits por meio de subsídios aos ricos —totalizando US$ 70 trilhões sob Duque—. 'Pare de contar mais mentiras, senhor ex-presidente Álvaro Uribe. Pare de enganar o povo', instou Petro, enquadrando o decreto como um passo para a equidade sem onerar os ricos em 2026.
Essa oposição destaca divisões políticas cada vez mais profundas, com implicações potenciais para a implementação do decreto pendente de tutela e decisões judiciaires.