Caminhoneiros confirmam greve em 6 de abril após estagnação nas negociações com autoridades

David Estévez, líder da Associação Nacional de Caminhoneiros (ANTAC) do México, confirmou uma alta probabilidade de greve e bloqueios de rodovias em 6 de abril, seguindo um anúncio inicial feito na semana passada. Citando a ausência de progressos concretos nas conversas em curso sobre a insegurança nas rodovias e extorsões, Estévez criticou a falta de avanços apesar do diálogo com a Secretaria de Governo (Segob), que afirma estar atendendo às demandas.

Em uma entrevista de rádio no dia 1º de abril, o líder da ANTAC, David Estévez, elevou para 90% a probabilidade da greve nacional — anunciada em 26 de março, após a Semana Santa —, afirmando: 'Lamentavelmente, acredito que entraremos em greve na próxima segunda-feira.' Ele reconheceu a existência de mesas de diálogo com a Segob, mas destacou questões persistentes, incluindo extorsões, homicídios, corrupção em postos policiais e aumentos nos preços da gasolina.

A ANTAC e a Frente Nacional pelo Resgate do Campo Mexicano (FNRCM) reiteram as exigências para a remoção de limites estaduais em investigações policiais, um sistema de monitoramento C5 dedicado 24 horas por dia, 7 dias por semana, para o transporte de carga, e vigilância por drones contra criminosos. Estévez agradeceu aos funcionários da Segob, mas afirmou que as condições para uma resolução permanecem não atendidas.

No dia 31 de março, a Segob informou a criação de mecanismos permanentes de atenção, observando que algumas demandas foram atendidas e outras estão progredindo conforme os cronogramas administrativos, considerando desnecessários novos protestos. Ambos os grupos também planejam protestos durante a Copa do Mundo de 2026 na Cidade do México.

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