Presidente da UEFA falta à final da Copa do Mundo em protesto contra a FIFA

O presidente da UEFA, Aleksander Ceferin, boicotou a final da Copa do Mundo entre Argentina e Espanha neste domingo. Ele optou por não comparecer à partida em Nova Jersey após uma série de divergências com a FIFA.

Ceferin havia viajado para a Cidade do México para o jogo de abertura do torneio entre os coanfitriões México e África do Sul. Sua ausência na final decorreu da decisão da FIFA de anular a suspensão de Folarin Balogun após intervenção do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A UEFA descreveu a medida como sem precedentes, incompreensível e injustificável. A organização afirmou que, quando a certeza das regras não é mais garantida por seus guardiões, a integridade do jogo é colocada em risco e a credibilidade de uma competição é prejudicada. Ceferin também se opôs a iniciativas da FIFA, como shows de entretenimento no intervalo e planos para expandir a Copa do Mundo para 64 seleções. A UEFA não tem planos de introduzir shows semelhantes em suas próprias competições e pretende congelar os preços dos ingressos para a Euro 2028.

Artigos relacionados

O chefe de arbitragem da FIFA, Pierluigi Collina, defendeu o padrão da arbitragem na Copa do Mundo de 2026. Ele insistiu que os oficiais das partidas atuam de forma independente e não são influenciados por pressões externas.

Reportado por IA

O ex-capitão da Alemanha, Philipp Lahm, criticou a FIFA e seu presidente Gianni Infantino por priorizarem interesses comerciais no futebol. Em uma coluna para o Die Zeit, Lahm argumentou que a Copa do Mundo está perdendo credibilidade junto aos torcedores devido a essas influências.

Este site usa cookies

Usamos cookies para análise para melhorar nosso site. Leia nossa política de privacidade para mais informações.
Recusar