A influenciadora Virginia Fonseca chegou à Marquês de Sapucaí na noite de 17 de fevereiro para estrear como rainha de bateria da Acadêmicos da Grande Rio no Carnaval. Cercada por seguranças, ela se preparou para o desfile em meio a críticas e apoio do namorado Vini Jr., que assiste de Madri. A escola apresenta o enredo 'A Nação do Mangue', focado nas origens do Manguebeat em Recife.
Virginia Fonseca, influenciadora digital, estreou como rainha de bateria da Acadêmicos da Grande Rio na noite de 17 de fevereiro de 2025, durante a última noite de desfiles do Grupo Especial no sambódromo da Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro. A escola foi a terceira a desfilar naquela terça-feira, seguida por Paraíso do Tuiuti, Unidos de Vila Isabel e Acadêmicos do Salgueiro, com o desfile ocorrendo na madrugada de 18 de fevereiro.
Antes da apresentação, Virginia abriu uma live nas redes sociais, onde reclamou de fortes dores de cabeça e explicou não ter levado os filhos ao evento. Seu namorado, o jogador de futebol Vini Jr., participou da transmissão de Madri, na Espanha, afirmando que assistiria ao desfile apesar da diferença de fuso horário. 'Vou assistir ao desfile de Virginia pela Grande Rio mesmo estando em Madri e com o fuso horário diferente. Desejo forças para a amada', disse ele em conversa por vídeo.
Ao chegar ao local, Virginia foi escoltada por um grupo de seguranças até um camarote, onde cumprimentou Jayder Soares, presidente de honra da escola. Em vídeo publicado antes, ela relembrou o convite para o posto e comentou as críticas recebidas desde o anúncio. 'As críticas já faziam parte do pacote e isso não interferiu na decisão de seguir adiante', afirmou, garantindo estar pronta para mostrar sua 'melhor versão' e dando um spoiler da fantasia.
Vini Jr. reagiu nos comentários: 'Orgulhoso de você. Vai com tudo!'. O enredo da Grande Rio, 'A Nação do Mangue', aborda a origem do Manguebeat nas periferias de Recife como resposta cultural à desigualdade e estagnação social.
Críticas vieram de outras rainhas de bateria. Lorena Raissa, da Beija-Flor, sugeriu que Virginia usasse sua visibilidade para promover meninas da comunidade: 'Ela, como uma influenciadora grande, [poderia] trazer um pouco as meninas da comunidade'. Evelyn Bastos, da Mangueira, questionou a presença de famosas de religiões que pregam intolerância: 'Não acho justo que pessoas que saiam da lâmpada do Aladdin sustentem cargos de destaque na terra das herdeiras da ginga de Ciata'.