Uma nova onda de tecnologia wearable está a mudar o foco dos relógios inteligentes para dispositivos de monitorização cerebral. Estes wearables neurotech prometem ir além do rastreio de fitness para aplicações de neurociência. A evolução destaca uma década de inovação rápida em gadgets pessoais.
O panorama da tecnologia wearable transformou-se significativamente na última década. Há dez anos, dispositivos como o Fitbit representavam o auge da sofisticação neste campo, focados principalmente no rastreio de atividade física e métricas de saúde.
O Apple Watch superou rapidamente o Fitbit, estabelecendo-se como o relógio inteligente mais vendido do mundo. A sua integração de notificações, monitorização de saúde e design elegante definiu um novo padrão para wearables de consumo.
Mais recentemente, o anel Oura ganhou popularidade como uma alternativa mais elegante e menos intrusiva. Este dispositivo para o dedo enfatiza insights de saúde subtis sem o volume das opções de pulso.
Agora, a atenção vira-se para o 'brain gear', ou neurotech wearable, como o novo desenvolvimento em voga. Como nota a descrição do artigo, 'Os smartwatches são fixes e tal, mas já consideraste neurotech wearable?'. Esta mudança sublinha um movimento para dispositivos que interagem diretamente com o cérebro, expandindo potencialmente para áreas como neurociência e melhoria cognitiva.
Publicado a 22 de dezembro de 2025, o artigo da WIRED explora estas tendências sob o tema 'expired/tired/wired', sugerindo que conceitos wearables mais antigos estão a dar lugar a inovações mais avançadas focadas no cérebro. Palavras-chave como brains, neuroscience e wearables destacam o apelo interdisciplinar desta categoria emergente.