Neurociência

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Illustration of rat brainstem neurons in the lateral parafacial region driving hypertension, with inhibition restoring normal blood pressure.
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Estudo associa neurônios da região "parafacial lateral" do tronco cerebral a uma forma de hipertensão em ratos

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Pesquisadores que trabalham com a Universidade de Auckland e a Universidade de São Paulo relatam que neurônios na região parafacial lateral (pFL) do bulbo — mais conhecida por ajudar a impulsionar exalações forçadas — também amplificam a atividade nervosa simpática e podem elevar a pressão arterial em um modelo animal de hipertensão neurogênica. A inibição desses neurônios reduziu a pressão arterial para níveis normais em ratos hipertensos, conforme descobertas publicadas na Circulation Research.

Pesquisadores da Emory University descobriram que o excesso de atividade cerebral e muscular durante pequenas interrupções no equilíbrio contribui para uma recuperação mais precária em idosos, incluindo aqueles com doença de Parkinson. O estudo, publicado na revista eNeuro, revela que se esforçar demais para manter o equilíbrio pode, na verdade, aumentar o risco de quedas. O enrijecimento simultâneo de músculos opostos prejudica ainda mais a estabilidade.

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Uma equipe liderada por David Julius, vencedor do Prêmio Nobel de Medicina de 2021, descreveu o mecanismo molecular pelo qual as células em tufo do intestino sinalizam ao cérebro para suprimir o apetite durante infecções parasitárias. Publicado hoje na Nature, o estudo identifica a comunicação via acetilcolina e serotonina que ativa o nervo vago. A descoberta pode auxiliar em tratamentos para condições como a síndrome do intestino irritável.

Investigadores relatam que os tanícitos — células especializadas que revestem o terceiro ventrículo do cérebro — podem ajudar a transportar a proteína tau do líquido cefalorraquidiano para a corrente sanguínea, e que sinais de disrupção de tanícitos em tecido de pacientes com Alzheimer podem estar associados a uma remoção prejudicada de tau. As descobertas, publicadas a 5 de março na Cell Press Blue, baseiam-se em experimentos com animais e células, e análises de amostras de cérebro humano.

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Dr. J Crespo, a UK-based physician, has released The Science of Becoming, a new book that offers a medically grounded framework for personal transformation. Drawing from neuroscience and clinical experience, the book argues that sustainable change comes from biological alignment rather than willpower alone. It addresses why capable individuals often feel stuck, reframing issues like burnout as biological signals.

Rodney Gorham tornou-se o usuário de mais longa data de uma interface cérebro-computador Synchron, marcando cinco anos desde sua implantação. O dispositivo, projetado para indivíduos com ELA, continua a oferecer-lhe novas funcionalidades. Esse marco destaca os avanços contínuos em neurociência.

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Pesquisadores da University of Notre Dame relatam evidências de que a inteligência geral está associada à eficiência e flexibilidade com que as redes cerebrais se coordenam em todo o conectoma, em vez de estarem localizadas em uma única região “inteligente”. As descobertas, publicadas na Nature Communications, baseiam-se em dados de neuroimagem e cognitivos de 831 participantes do Human Connectome Project e mais 145 adultos do INSIGHT Study.

 

 

 

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