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MRI scans comparing normal and enlarged striatum in brains related to psychopathic traits study
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Estudo associa estriado maior a traços psicopáticos em exames cerebrais

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Exames de ressonância magnética de 120 adultos nos Estados Unidos revelaram que indivíduos com traços psicopáticos mais elevados possuem um estriado — área envolvida na recompensa e motivação — cerca de 10% maior, em média, do que aqueles com poucos ou nenhum desses traços, segundo um estudo publicado no Journal of Psychiatric Research.

Pesquisadores descobriram um sinal neural envolvendo a molécula TRPV4 que informa ao cérebro quando o ato de coçar proporcionou alívio suficiente. Experimentos em camundongos mostraram que, sem esse sinal, os episódios de coceira se prolongam, mesmo com a queda na frequência geral.

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Um novo estudo mostra que a redução da frequência respiratória pode diminuir comportamentos semelhantes à ansiedade, mesmo sem qualquer esforço consciente ou crença em seus efeitos. Os pesquisadores utilizaram camundongos para demonstrar que os benefícios decorrem de mudanças fisiológicas e não de um efeito placebo. As descobertas foram apresentadas em um evento em Los Angeles no início deste mês.

Pesquisadores da Universidade do Colorado em Boulder localizaram uma região do cérebro chamada córtex insular granular caudal, ou CGIC, que atua como um interruptor que transforma dor aguda em dor crônica. Em estudos com animais, desativar esse circuito impediu o desenvolvimento da dor crônica ou a reverteu após sua instalação. As descobertas, publicadas no Journal of Neuroscience, abrem caminho para novos tratamentos além dos opioides.

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Pesquisadores da Medical University of South Carolina descobriram que o ácido eicosapentaenoico (EPA), um ômega-3 essencial em suplementos de óleo de peixe, pode dificultar a recuperação cerebral em casos de lesões cerebrais traumáticas leves repetidas. O estudo, publicado na Cell Reports, mostra que o EPA enfraquece a estabilidade dos vasos sanguíneos e contribui para o acúmulo prejudicial de proteínas. O investigador principal, Onder Albayram, enfatizou que os efeitos dependem do contexto biológico.

Pessoas que relataram experiências mais estimulantes mentalmente desde a infância até a idade avançada tiveram menos chances de desenvolver a doença de Alzheimer e tenderam a apresentar sintomas anos mais tarde do que seus pares com o menor nível de enriquecimento, segundo um estudo observacional publicado na revista Neurology.

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Uma equipe de pesquisadores liderada pelo professor Yan-Jiang Wang publicou uma revisão argumentando que a doença de Alzheimer requer tratamentos integrados que visem múltiplos fatores, e não causas únicas. Novos medicamentos como lecanemab e donanemab oferecem benefícios modestos ao desacelerar o declínio, mas não chegam a reverter o quadro. O artigo, publicado na Science China Life Sciences, enfatiza a genética, o envelhecimento e a saúde sistêmica, além das proteínas beta-amiloide e tau.

 

 

 

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