Após a libertação de Nahuel Gallo da prisão venezuelana depois de 448 dias, sua esposa María Alexandra Gómez descreveu as duras condições que ele suportou, incluindo apenas uma hora de sol diário. Virginia, esposa do ainda detido Germán Giuliani, expressou otimismo inspirado pelo caso e contatos em andamento com autoridades argentinas.
Após a libertação do gendarme argentino Nahuel Gallo em 1º de março de 2026, depois de 448 dias na prisão El Rodeo I, na Venezuela — facilitada por esforços diplomáticos e pela Associação de Futebol Argentino (AFA) —, sua esposa, María Alexandra Gómez, compartilhou detalhes aterrorizantes de seu confinamento em uma entrevista. “Ele recebia sol apenas uma hora por dia”, relatou ela, destacando as condições precárias. nnEnquanto isso, Germán Giuliani, outro argentino ainda preso na Venezuela, beneficia-se da esperança familiar extraída do caso de Gallo. Sua esposa, Virginia, afirmou: “Ele está esperançoso por causa do que aconteceu com Nahuel Gallo.” Ela relatou comunicação constante com o Ministério das Relações Exteriores da Argentina e a ministra de Segurança Patricia Bullrich, mas observou ausência de contato da AFA apesar de possíveis laços com o futebol na situação de Giuliani. nnEsses testemunhos sublinham a contínua aflição dos argentinos detidos na Venezuela e a pressão por intervenções diplomáticas para assegurar mais libertações.