Jovem sobrevive cinco dias perdido no pico Paraná bebendo só água

Roberto Farias Thomaz, de 19 anos, foi resgatado após cinco dias desaparecido no Pico Paraná, a montanha mais alta do Sul do Brasil, onde sobreviveu apenas com água e pulou uma cachoeira de 30 metros. Ele se separou do grupo durante a descida e caminhou mais de 20 km até chegar a uma fazenda em Antonina, no Paraná. A operação de busca mobilizou mais de 100 bombeiros e 300 voluntários.

Roberto Farias Thomaz, 19, iniciou a trilha no Pico Paraná, com 1.877 metros de altitude e o ponto mais alto do Sul do Brasil, por volta das 13h de 31 de dezembro de 2025, ao lado da amiga Thayane Smith, também de 19 anos. Antes de alcançar o cume às 4h de 1º de janeiro de 2026, ele passou mal e vomitou várias vezes, mas a dupla prosseguiu. Às 6h30, começaram a descida com outros trilheiros, momento em que Roberto se afastou do grupo, sem celular.

As buscas começaram às 14h de 1º de janeiro, com mais de 100 bombeiros militares e cerca de 300 voluntários diários, incluindo sobrevoos com câmeras térmicas. O parque estadual foi fechado durante a operação e reabriu em 6 de janeiro.

Após quase cinco dias, Roberto chegou mancando a uma fazenda da CGH Cacatu em Antonina por volta das 10h30 de 5 de janeiro, sem um calçado, óculos perdidos e com uma mochila e garrafa plástica. Vídeo de segurança capturou o momento em que ele pediu ajuda. Sua irmã Renata relatou que ele sobreviveu só com água, evitando comer por medo de veneno, e pulou uma cachoeira de 30 metros: "Ele pulou uma cachoeira de 30 metros. Disse que só orou e foi."

Thayane expressou arrependimento em entrevista à RPC: "Se eu não tivesse deixado ele, isso não teria acontecido. Foi um grande aprendizado. Eu sabia da regra de ir junto e voltar junto, mas quebrei. Fui irresponsável."

Levado ao Hospital Municipal de Antonina às 12h, Roberto estava lúcido, com desidratação leve, hematomas e assaduras. Recebeu reidratação intravenosa e profilaxia medicamentosa, permanecendo em observação. Irmãs usaram redes sociais para pedir ajuda e agradeceram aos envolvidos. Ele descreveu o corpo "cheio de roxos e com várias escoriações" e dificuldade para enxergar sem óculos.

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