Dramatic courtroom illustration depicting the suspect in the Tainara Souza Santos femicide case facing upgraded charges of up to 40 years, with victim's family demanding justice.
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Morte de Tainara eleva pena possível para autor do atropelamento

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Tainara Souza Santos, de 31 anos, morreu na véspera de Natal após 25 dias internada, vítima de atropelamento e arrastamento por um quilômetro em São Paulo. O suspeito, Douglas Alves da Silva, agora responde por feminicídio consumado, o que pode aumentar sua pena para até 40 anos de prisão. A mãe da vítima clama por justiça nas redes sociais.

Tainara Souza Santos, 31 anos, mãe de dois filhos de 7 e 12 anos, trabalhava no comércio eletrônico e vivia sozinha em São Paulo. No dia 29 de novembro de 2025, na zona norte da cidade, ao longo da Marginal Tietê, ela foi atropelada e arrastada por cerca de um quilômetro pelo carro dirigido por Douglas Alves da Silva, 26 anos, seu ex-parceiro de um breve relacionamento passado. O incidente ocorreu após uma briga por ciúmes, envolvendo também um homem que a acompanhava, o qual escapou mas sofreu lesões ao se proteger.

Tainara teve ambas as pernas amputadas e passou por cinco cirurgias para reconstruir as lesões, permanecendo intubada desde o acidente. Ela faleceu na noite de 24 de dezembro de 2025, após 25 dias de internação. A Secretaria de Segurança Pública confirmou que a tipificação do crime foi atualizada para feminicídio consumado pela Polícia Civil, com inquérito em andamento no 73º Distrito Policial (Jaçanã) e investigação inicial no 90º DP (Parque Novo Mundo).

Inicialmente acusado de tentativa de feminicídio, Douglas pode agora enfrentar pena de até 40 anos de reclusão, contra os anteriores 26 anos e oito meses, conforme o Código Penal. Agravantes incluem motivo torpe de vingança e uso de recurso que dificultou a defesa das vítimas, segundo a denúncia do promotor Leonardo Sobreira Spina. Douglas negou intencionalidade à polícia, alegando não conhecer Tainara e ter fugido por medo de agressão, sem perceber os alertas de outros motoristas.

A mãe de Tainara, Lúcia Aparecida da Silva, expressou esperança em entrevista à GloboNews dias antes, dizendo: “Vou ser as pernas dela. Ela vai ser feliz de novo.” Após a morte, postou no Instagram: “É com muita dor que venho avisar que nossa guerreirinha Tay nos deixou... Agora é pedir por justiça.” O advogado da família, Fábio Costa, lamentou a ausência do depoimento dela: “Iríamos precisar muito do depoimento da Tainara neste momento.” A prisão de Douglas foi decretada em 6 de dezembro de 2025.

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