Feminicídio
Autoridades de Morelos confirmam morte de estudante desaparecida da UAEM, Kimberly Joselin
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A Procuradoria-Geral do Estado de Morelos confirmou que o corpo encontrado em 2 de março numa área arborizada de Chamilpa, Cuernavaca, pertence a Kimberly Joselin Ramos Beltrán, a estudante de 18 anos da UAEM reportada como desaparecida em 20 de fevereiro. O procurador Fernando Blumenkron Escobar prometeu garantir justiça sem impunidade no caso. Enquanto isso, estudantes da UAEM protestaram no Zócalo de Cuernavaca exigindo transparência e avanços na investigação.
André Lucas da Silva Ribeiro foi preso em flagrante nessa sexta-feira (20/3) suspeito de assassinar sua namorada Raiane Maria Silva Santos, de 21 anos, em um condomínio em Goiânia. Ele gravou um vídeo confessando o crime e o enviou à mãe. A Polícia Militar confirmou a confissão no momento da prisão.
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O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, da Polícia Militar de São Paulo, foi alvo de investigação preliminar por suposta traição conjugal meses antes de ser preso acusado de feminicídio contra a esposa, a soldado Gisele Alves Santana. O caso, inicialmente tratado como suicídio, foi reclassificado com base em perícias que indicam homicídio. A mãe da vítima chamou o genro de 'monstro' e cobra justiça.
Joselmir Miranda Silva, de 33 anos, morreu nesta quarta-feira (31/12) após confronto com policiais militares em Águas Lindas de Goiás. Ele era procurado por estuprar e matar a sobrinha Larissa Amaral, de 28 anos, em 14 de dezembro. O crime ocorreu no Entorno do Distrito Federal.
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Tainara Souza Santos, de 31 anos, morreu na véspera de Natal após 25 dias internada, vítima de atropelamento e arrastamento por um quilômetro em São Paulo. O suspeito, Douglas Alves da Silva, agora responde por feminicídio consumado, o que pode aumentar sua pena para até 40 anos de prisão. A mãe da vítima clama por justiça nas redes sociais.
O sociólogo Muniz Sodré discute o feminicídio como um problema endêmico no Brasil, enraizado em silêncios históricos e dicotomias patriarcais. Ele destaca o fim da violência do silêncio graças a leis e movimentos feministas. A coluna enfatiza a necessidade de educação para prevenir a violência contra as mulheres.
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A Justiça de Córdoba elevou a julgamento oral o caso contra Pablo Laurta, uruguaio de 39 anos acusado de matar a ex-esposa Luna Giardina e a ex-sogra Mariel Zamudio. Laurta, preso em prisão preventiva, também é investigado por homicídio de um remiseiro em Entre Ríos. O promotor Gerardo Reyes avançou o julgamento por crimes graves, incluindo homicídio agravado por violência de gênero.
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