Feminicídio

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Police escorting Soledad Andreani into Córdoba Police Headquarters with a Ford Ka car nearby under flashing lights.
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Soledad Andreani detida por encobrimento qualificado no feminicídio de Agostina

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Soledad Andreani, proprietária do Ford Ka supostamente utilizado para transportar o corpo da adolescente, foi presa e levada à sede da Polícia de Córdoba sob a acusação de encobrimento qualificado.

O Tribunal de Garantia de Temuco prorrogou a prisão do suspeito de feminicídio em Labranza até segunda-feira, 29 de junho. Os promotores aguardam o relatório da autópsia para formalizar as acusações.

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A investigação sobre a morte de Agostina Vega em Córdoba tem dois detidos e aguarda depoimentos cruciais nesta semana.

André Lucas da Silva Ribeiro foi preso em flagrante nessa sexta-feira (20/3) suspeito de assassinar sua namorada Raiane Maria Silva Santos, de 21 anos, em um condomínio em Goiânia. Ele gravou um vídeo confessando o crime e o enviou à mãe. A Polícia Militar confirmou a confissão no momento da prisão.

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O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, da Polícia Militar de São Paulo, foi alvo de investigação preliminar por suposta traição conjugal meses antes de ser preso acusado de feminicídio contra a esposa, a soldado Gisele Alves Santana. O caso, inicialmente tratado como suicídio, foi reclassificado com base em perícias que indicam homicídio. A mãe da vítima chamou o genro de 'monstro' e cobra justiça.

A Procuradoria-Geral do Estado de Morelos confirmou que o corpo encontrado em 2 de março numa área arborizada de Chamilpa, Cuernavaca, pertence a Kimberly Joselin Ramos Beltrán, a estudante de 18 anos da UAEM reportada como desaparecida em 20 de fevereiro. O procurador Fernando Blumenkron Escobar prometeu garantir justiça sem impunidade no caso. Enquanto isso, estudantes da UAEM protestaram no Zócalo de Cuernavaca exigindo transparência e avanços na investigação.

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O governo peruano autorizou a extradição para a Argentina de Tony Janzen Valverde Victoriano, conhecido como 'Pequeño J', principal suspeito do triplo feminicídio ocorrido em setembro de 2025 em Florencio Varela. As vítimas foram Lara Gutiérrez (15), Brenda del Castillo (20) e Morena Verdi (20), mortas em um contexto de tráfico de drogas. A resolução foi assinada pelo presidente José Enrique Jerí Oré e publicada em 30 de janeiro de 2026.

 

 

 

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