Former president Zapatero testifying in court during the Plus Ultra case.
Former president Zapatero testifying in court during the Plus Ultra case.
Imagem gerada por IA

Zapatero depõe perante juiz enquanto filhas e secretária são indiciadas no caso Plus Ultra

Imagem gerada por IA

José Luis Rodríguez Zapatero prestou depoimento por quase três horas perante o juiz José Luis Calama na quarta-feira na Audiencia Nacional no caso Plus Ultra. Na quinta-feira, o magistrado indiciou suas filhas e sua secretária. O ex-presidente negou qualquer influência no resgate da companhia aérea.

Zapatero negou ter conversado com autoridades sobre o resgate de 53 milhões de euros da Plus Ultra e declarou que sua atividade profissional sempre foi legal. Ele reconheceu ter ligado para o Banco Santander para atender executivos da companhia aérea, embora tenha minimizado a importância dessa ação.

O juiz questionou o papel de Zapatero na Análisis Relevante e sugeriu que a empresa parecia ter sido criada para receber comissões. O ex-presidente defendeu seus relatórios de consultoria e negou conhecimento de empresas offshore em Dubai.

Na quinta-feira, o juiz indiciou as filhas de Zapatero, Laura e Alba Rodríguez Espinosa, por meio de sua empresa Whathefav, e sua secretária, Gertrudis Alcázar. Pedro Sánchez expressou apoio ao ex-presidente e manifestou confiança em sua inocência.

O que as pessoas estão dizendo

As reações iniciais no X criticam o envolvimento da família de Zapatero no caso Plus Ultra como possível corrupção. Os usuários expressam ceticismo sobre seu depoimento e ironizam as acusações contra suas filhas e secretária. Alguns destacam vazamentos de áudios e questionam o tráfico de influência.

Artigos relacionados

Former President Zapatero in a tense courtroom facing influence peddling charges related to the Plus Ultra airline case.
Imagem gerada por IA

Zapatero é indiciado por tráfico de influência no caso Plus Ultra

Reportado por IA Imagem gerada por IA

O juiz José Luis Calama, da Audiencia Nacional, indiciou o ex-presidente José Luis Rodríguez Zapatero como suposto líder de uma rede de tráfico de influência ligada ao resgate de 53 milhões de euros da companhia aérea Plus Ultra. Zapatero foi convocado para depor no dia 2 de junho. O ex-líder nega qualquer envolvimento indevido.

O ex-primeiro-ministro José Luis Rodríguez Zapatero foi convocado para depor no dia 2 de junho perante o juiz José Luis Calama, da Audiencia Nacional, sob acusações de tráfico de influência e lavagem de dinheiro.

Reportado por IA

O ex-presidente José Luis Rodríguez Zapatero prestou depoimento na quarta-feira perante o juiz da Audiencia Nacional, José Luis Calama, no caso do resgate da companhia aérea Plus Ultra.

O magistrado José Luis Calama negou as medidas cautelares solicitadas contra o ex-presidente José Luis Rodríguez Zapatero após seu depoimento como investigado no caso Plus Ultra.

Reportado por IA

O juiz da Audiência Nacional, José Luis Calama, enviou uma carta rogatória a Washington para obter dados sobre os investigados no caso Plus Ultra. A medida foi tomada em uma peça separada sob segredo de justiça que apura a rede estrangeira do esquema.

Na terceira sessão do julgamento do caso de corrupção Koldo no Supremo Tribunal da Espanha — após os depoimentos iniciais do primeiro dia que em grande parte negaram irregularidades —, a empresária Carmen Pano testemunhou ter entregue 90 mil euros em duas ocasiões na sede do PSOE na rua Ferraz, dentro de sacolas plásticas inseridas em sacolas de papelão. Sua filha, Leonor González Pano, ex-namorada de Víctor de Aldama, confirmou ter atuado como testa de ferro para empresas relacionadas e detalhou a compra de um chalé para José Luis Ábalos e uma comissão da Air Europa. Os réus Ábalos e Aldama ouviram os depoimentos.

Reportado por IA

Na sessão mais recente do julgamento no Supremo Tribunal da Espanha sobre o escândalo das máscaras de Koldo — após os depoimentos de Víctor de Aldama e Koldo García —, o ex-ministro dos Transportes, José Luis Ábalos, negou todas as acusações de corrupção em 4 de maio de 2026. Os procuradores anticorrupção recusaram reduzir ainda mais a pena do colaborador Aldama, enquanto o PP reduziu seu pedido para evitar a prisão dele.

 

 

 

Este site usa cookies

Usamos cookies para análise para melhorar nosso site. Leia nossa política de privacidade para mais informações.
Recusar