Nokuthula Mguni, portadora de uma Permissão de Exceção do Zimbábue, morreu no Hospital Charlotte Maxeke em Joanesburgo após a equipe atrasar o atendimento de emergência até que um pagamento adiantado fosse feito. Ela faleceu no dia 16 de abril, após duas cirurgias para tratar uma infecção grave.
Mguni, mãe de três filhas, chegou ao pronto-socorro do hospital em um sábado à noite, em abril. A equipe recusou a admissão sem o pagamento de R$ 5.000, deixando-a em um banco de metal por horas, apesar de seu estado debilitado. Faizel Cook, que a acompanhava, pagou R$ 4.000 após confrontos com a administração. Ela passou por uma cirurgia na segunda-feira seguinte e por um segundo procedimento na quarta-feira. Mguni morreu às quatro da manhã de quinta-feira devido a uma sepse que se espalhou por toda a parte superior de seu corpo. A lei sul-africana proíbe que hospitais públicos neguem atendimento de emergência com base na nacionalidade ou na incapacidade de efetuar pagamentos adiantados. O Departamento de Saúde de Gauteng não respondeu aos pedidos de comentários sobre o caso.