Cidadania por nascimento
Suprema Corte ouve argumentos orais em contestação sobre cidadania por direito de solo
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A Suprema Corte dos EUA ouviu argumentos orais em 30 de março de 2026, no caso Trump v. Barbara, que contesta a ordem executiva do presidente Trump limitando a cidadania por direito de solo para filhos de imigrantes indocumentados ou pessoas com vistos temporários. Como noticiado anteriormente, a ordem — emitida em 20 de janeiro de 2025 — interpreta a 14ª Emenda como não concedendo cidadania automática nesses casos. Uma decisão, esperada para os próximos meses, pode impactar centenas de milhares de crianças nascidas após 20 de fevereiro de 2025.
A Suprema Corte dos Estados Unidos deve ouvir argumentos orais em 1º de abril de 2026 em um caso vinculado à ordem executiva do presidente Donald Trump que busca limitar a cidadania automática por direito de solo para certas crianças nascidas nos EUA, incluindo aquelas nascidas de pais que estão no país ilegalmente ou que não possuem status legal permanente. A disputa também alimentou uma atenção renovada sobre o “turismo de parto”, uma prática que críticos afirmam poder envolver fraude de visto, embora dar à luz nos Estados Unidos não seja ilegal por si só.
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Three infants born to noncitizen parents are at the center of Barbara v. Trump, a class‑action lawsuit challenging President Donald Trump’s executive order seeking to limit birthright citizenship for some children born in the United States. The Supreme Court has agreed to review the dispute over the order, which targets babies whose mothers lack legal status or are in the country on temporary visas and whose fathers are neither U.S. citizens nor lawful permanent residents.