Reforma Eleitoral
Comissões de deputados aprovam reforma eleitoral de Sheinbaum, apesar da rejeição de aliados
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Em um passo chave para a reforma eleitoral da presidente Claudia Sheinbaum — inicialmente revelada em 25 de fevereiro e formalmente apresentada em 4 de março como o 'decálogo por la democracia' (ver cobertura anterior) —, as comissões de Pontos Constitucionais e de Reforma Política-Eleitoral da Câmara dos Deputados aprovaram a proposta em 10 de março de 2026, por 45 a 39 votos. Ela segue para discussão em plenário, provavelmente em 11 de março, em meio à oposição do PVEM e do PT apesar de sua aliança com o Morena.
O presidente argentino Javier Milei anunciou nesta terça-feira que seu governo enviará ao Congresso, na quarta-feira, um projeto de reforma eleitoral que elimina as primárias PASO, altera o financiamento político e introduz a chamada Ficha Limpa. “A brincadeira acabou”, publicou Milei no X. O projeto visa redefinir a seleção de candidatos e os critérios de elegibilidade para eleições nacionais.
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A presidente Claudia Sheinbaum enviou sua iniciativa de reforma eleitoral à Câmara dos Deputados em 4 de março de 2026, apelidada de 'Decálogo para a Democracia', visando alterar 11 artigos constitucionais para cortar custos e reforçar a supervisão. A proposta enfrenta resistência de aliados como o PT e da oposição, que a criticam por tratar de forma inadequada a influência do crime organizado. Sheinbaum mencionou ter um 'Plano B' caso não seja aprovada.
Dois artigos de opinião publicados na Folha de S.Paulo discutem se o Brasil deve adotar o voto distrital misto para eleições de deputados e vereadores a partir de 2030. A proposta, relatada pelo deputado Domingos Neto (PSD-CE), visa equilibrar representação local e proporcional. Enquanto um lado destaca benefícios para problemas locais e nacionais, o outro alerta para complexidades e riscos.