Reforma Eleitoral
Comissões de deputados aprovam reforma eleitoral de Sheinbaum, apesar da rejeição de aliados
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Em um passo chave para a reforma eleitoral da presidente Claudia Sheinbaum — inicialmente revelada em 25 de fevereiro e formalmente apresentada em 4 de março como o 'decálogo por la democracia' (ver cobertura anterior) —, as comissões de Pontos Constitucionais e de Reforma Política-Eleitoral da Câmara dos Deputados aprovaram a proposta em 10 de março de 2026, por 45 a 39 votos. Ela segue para discussão em plenário, provavelmente em 11 de março, em meio à oposição do PVEM e do PT apesar de sua aliança com o Morena.
A Comissão de Pontos Constitucionais aprovou uma iniciativa que adiciona a interferência estrangeira como motivo para anular eleições e adiar a eleição judicial para 2028.
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O presidente argentino Javier Milei anunciou nesta terça-feira que seu governo enviará ao Congresso, na quarta-feira, um projeto de reforma eleitoral que elimina as primárias PASO, altera o financiamento político e introduz a chamada Ficha Limpa. “A brincadeira acabou”, publicou Milei no X. O projeto visa redefinir a seleção de candidatos e os critérios de elegibilidade para eleições nacionais.
Uma brecha na lei eleitoral municipal sul-africana permite que partidos apresentem o mesmo candidato em múltiplos wards, inflando seus totais de votos e enganando os eleitores. Essa prática, exemplificada pela Al Jama-ah em Joanesburgo, levou a coalizões fragmentadas e governança instável. Especialistas pedem reformas para evitar tais distorções antes de eleições futuras.
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Dois artigos de opinião publicados na Folha de S.Paulo discutem se o Brasil deve adotar o voto distrital misto para eleições de deputados e vereadores a partir de 2030. A proposta, relatada pelo deputado Domingos Neto (PSD-CE), visa equilibrar representação local e proporcional. Enquanto um lado destaca benefícios para problemas locais e nacionais, o outro alerta para complexidades e riscos.