Gastrointestinal
Estudo da Universidade de Nagoya liga constipação crônica a bactérias intestinais degradadoras de muco, sugere novo alvo de tratamento
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Pesquisadores da Universidade de Nagoya relatam que dois micróbios intestinais comuns podem trabalhar juntos para quebrar a camada de muco protetora do cólon, deixando as fezes secas e difíceis de passar — um efeito que laxantes padrão podem não resolver. A equipe também encontrou níveis mais altos dessas bactérias em pessoas com doença de Parkinson, que frequentemente experimentam constipação décadas antes dos sintomas motores, e demonstrou em camundongos que desativar uma enzima bacteriana chave preveniu a constipação.
Uma nova pesquisa associa o estresse crônico combinado com o hábito de comer tarde da noite a maiores riscos de constipação, diarreia e redução da diversidade do microbioma intestinal. Os cientistas analisaram dados de mais de 11.000 participantes em uma pesquisa nacional. As descobertas serão apresentadas na Digestive Disease Week, no dia 4 de maio.
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Uma nova análise genética identificou regiões chave de DNA que influenciam com que frequência as pessoas têm evacuações intestinais, com uma ligação surpreendente à vitamina B1. Pesquisadores analisaram dados de mais de 268.000 indivíduos e descobriram que uma maior ingestão de tiamina correlaciona-se com fezes mais frequentes, dependendo de variações genéticas. Os achados, publicados na Gut, sugerem novas vias para estudar distúrbios intestinais como a síndrome do intestino irritável.