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Illustration of INDEC headquarters in crisis post-Marco Lavagna resignation, with data manipulation accusations against Milei government.
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Crise no INDEC após renúncia de Marco Lavagna

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A renúncia de Marco Lavagna como diretor do INDEC gerou uma crise na agência de estatísticas da Argentina, com acusações de manipulação de dados para apoiar a narrativa do governo de Javier Milei. Analistas traçam paralelos com práticas kirchneristas, enquanto a administração tenta controlar os danos e planeja um novo índice de inflação para agosto de 2026.

O Instituto Nacional de Estatística e Censos (INDEC) revelou que a Argentina obteve um ganho de US$ 3.509 milhões em 2025 graças a termos de troca melhores, impulsionados por uma queda mais acentuada nos preços de importação do que nos de exportação. Os preços de importação caíram 4,5% em relação ao ano anterior, enquanto os de exportação declinaram apenas 0,6%, elevando o índice em 4%. Essa evolução contribuiu para um superávit comercial de US$ 11.286 milhões.

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Marco Lavagna renunciou à direção do INDEC após desacordos com o governo sobre a implementação do novo Índice de Preços ao Consumidor para janeiro. O ministro Luis Caputo confirmou que a mudança metodológica será adiada até a consolidação da desinflação, nomeando Pedro Lines como novo chefe. A inflação de janeiro é estimada em 2,5%, segundo projeções oficiais.

O Instituto Nacional de Estatística e Censos (INDEC) informou que o balanço turístico da Argentina foi negativo em setembro em 562.200 visitantes, marcando o vigésimo mês consecutivo desse déficit. Mais argentinos viajaram para o exterior do que estrangeiros chegaram ao país, agravando a saída de divisas. Turistas estrangeiros gastaram US$ 208,5 milhões, enquanto os argentinos gastaram US$ 598,2 milhões no exterior.

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