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Senado mexicano aprova reforma eleitoral do Plano B sem mudanças na revogação de mandato
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O Senado do México aprovou a reforma eleitoral do Plano B com 87 votos a favor e 41 contra, removendo as mudanças propostas para a revogação do mandato presidencial por meio de uma reserva do Partido del Trabajo (PT). A medida visa reduzir custos e privilégios no Instituto Nacional Eleitoral (INE) e em outros órgãos. A presidente Claudia Sheinbaum celebrou os cortes de privilégios, mas lamentou a omissão da revogação.
A Comissão de Prerrogativas e Partidos Políticos do INE aprovou o registro de quatro organizações como partidos nacionais em 24 de junho. Caso o Conselho Geral ratifique a decisão, eles entrarão em operação a partir de 1º de julho e poderão concorrer nas eleições de 2027.
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Os preços das moradias subiram 12,9% em relação ao ano anterior no primeiro trimestre de 2026, de acordo com o Instituto Nacional de Estatística, marcando 11 anos consecutivos de aumentos contínuos.
Líderes do Morena, incluindo Luisa María Alcalde e Guillermo Rafael Santiago, negaram especulações sobre preservar o sistema plurinominal atual na reforma eleitoral, afirmando que as mudanças vão fortalecer a representatividade e cortar custos. As negociações continuam na Secretaría de Gobernación, com aliados PT e PVEM. Ricardo Monreal corrigiu sua afirmação inicial de que o assunto estava resolvido.
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A reforma eleitoral da presidente Claudia Sheinbaum avança sem um texto público, causando desacordos entre aliados como PVEM e PT, que resistem a cortes orçamentários e mudanças nos assentos plurinominais. Críticos como José Woldenberg alertam que ela poderia erodir a pluralidade política, enquanto o governo visa reduzir custos e aprofundar a democracia. A iniciativa será apresentada ao Congresso em fevereiro para aprovação em março.