Espintrônica
Pesquisadores descobrem atrito magnético sem contato
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Cientistas da Universidade de Konstanz identificaram um novo tipo de atrito de deslizamento que ocorre sem contato físico, impulsionado por interações magnéticas. Este fenômeno quebra a lei de Amontons, um princípio da física de 300 anos, ao demonstrar picos de atrito em certas distâncias, em vez de aumentar de forma constante com a carga. As descobertas foram publicadas na Nature Materials.
Físicos da Universidade de Buffalo propuseram uma técnica de detecção quântica que poderia identificar altermagnetos usando minúsculos defeitos em diamantes. O método ajudaria a confirmar as propriedades desses materiais teorizados recentemente. O estudo foi detalhado em um artigo publicado na Physical Review Letters.
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Uma equipe internacional descobriu uma rede complexa de estados eletrônicos topológicos dentro do cobalto que permanecem estáveis à temperatura ambiente. A descoberta desafia décadas de suposições sobre esse metal bem estudado e aponta para potenciais usos em spintrônica e tecnologias quânticas.
Físicos da Universidade da Califórnia, Santa Bárbara, desenvolveram sistemas de spins entrelaçados em diamante que superam os limites de sensoriamento clássico usando squeezing quântico. Este avanço, liderado por Ania Jayich e com trabalho de Lillian Hughes, permite sensores quânticos mais poderosos e compactos para aplicações no mundo real. A conquista é detalhada em três artigos científicos recentes.
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Pesquisadores da Universidade de Konstanz desenvolveram uma técnica para alterar as propriedades magnéticas de materiais usando pulsos de laser, transformando efetivamente um material em outro à temperatura ambiente. Ao excitar pares de magnons em cristais comuns de hematita, o método permite o controle não térmico de estados magnéticos e a transmissão potencial de dados em velocidades de terahertz. Esse avanço pode permitir o estudo de efeitos quânticos sem resfriamento extremo.