AVC
Estudo liga doença gengival a maiores mudanças na substância branca no cérebro
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Pesquisa publicada em 22 de outubro de 2025 na Neurology® Open Access relata que adultos mais velhos com doença gengival tinham mais hiperintensidades na substância branca — um marcador de dano tecidual — do que pares sem doença gengival, mesmo após considerar outros riscos.
Dois medicamentos já existentes reduziram a temperatura corporal central em animais após um AVC e diminuíram as lesões cerebrais. Um pequeno estudo com humanos mostrou efeitos limitados devido à administração lenta. Os pesquisadores agora planejam um novo estudo com infusões mais rápidas.
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A Epia Neuro, uma startup recém-lançada em São Francisco, está desenvolvendo uma interface cérebro-computador para ajudar pacientes que sofreram AVC a recuperar o movimento das mãos. O sistema combina um implante cerebral com uma luva motorizada. O AVC continua sendo uma das principais causas de incapacidade a longo prazo, afetando a função das mãos e dos braços em cerca de dois terços dos sobreviventes.
Pesquisadores na Hungria descobriram que o DMT, um composto psicoativo natural, mitiga significativamente os danos cerebrais causados por AVC em modelos animais e culturas celulares. A molécula restaura a barreira hematoencefálica e inibe a inflamação, potencialmente complementando os tratamentos atuais. Essas descobertas, publicadas na Science Advances, destacam o potencial terapêutico do DMT em meio a opções limitadas para AVC.