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President Trump threatens strikes on Iran's infrastructure during White House press conference.
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Trump reitera ameaças contra a infraestrutura do Irã em coletiva de imprensa na Casa Branca

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O presidente Donald Trump alertou na segunda-feira que os Estados Unidos atacarão todas as pontes e usinas de energia no Irã até a noite de terça-feira, a menos que um acordo seja alcançado para abrir o Estreito de Ormuz. Durante uma coletiva de imprensa na Casa Branca, ele detalhou uma bem-sucedida missão de resgate de dois aviadores americanos abatidos, enquanto evitou responder a perguntas sobre possíveis crimes de guerra. O Irã rejeitou uma proposta de cessar-fogo em meio aos esforços diplomáticos contínuos de mediadores regionais.

O Secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, informou ao ministro da defesa da Estônia na segunda-feira que a entrega de munições para os Sistemas de Foguetes de Artilharia de Alta Mobilidade (HIMARS) seria adiada devido às necessidades da guerra com o Irã. O contrato para as armas data de 2022, com lançadores já entregues no ano passado. O ministro da Estônia expressou preocupações sobre o efeito do atraso na dissuasão.

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O presidente Donald Trump dirigiu-se à nação em um discurso no horário nobre em 1º de abril de 2026, fornecendo uma atualização sobre o envolvimento militar dos EUA no Irã, agora em seu segundo mês. Ele alegou vitórias rápidas, delineou objetivos simples, incluindo inutilizar o programa militar e nuclear do Irã, e previu a conclusão em duas a três semanas. O discurso gerou reações mistas entre os republicanos e respostas voláteis do mercado.

O Pentágono disse que um ataque dos EUA no Mar do Caribe matou três pessoas a bordo de um navio ligado a um grupo terrorista designado pelos EUA, o mais recente em uma campanha que atraiu escrutínio cada vez maior no Capitólio.

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Os Estados Unidos confirmaram ataques aéreos contra quatro barcos suspeitos de tráfico de drogas no Pacífico oriental, matando 14 pessoas e deixando um sobrevivente. O secretário de Defesa Pete Hegseth detalhou que as operações ocorreram em águas internacionais perto do México. Esses bombardeios fazem parte de uma ofensiva mais ampla contra o narcotráfico na região.

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