A AirAsia X tem como alvo Nova Iorque como o seu próximo grande destino de longo curso, após o relançamento dos seus serviços de Kuala Lumpur para London Gatwick. As reservas para os voos de Londres estão agora abertas, enquanto a companhia aérea avança na sua estratégia para a Costa Leste dos EUA. A expansão aproveita um hub virtual no Médio Oriente para oferecer opções de viagem acessíveis.
A AirAsia X, uma transportadora de baixo custo de longo curso sediada na Malásia, anunciou planos para adicionar Nova Iorque à sua rede, posicionando-a como um destino chave no mercado da Costa Leste dos EUA. Este movimento surge pouco depois de a companhia reabrir a sua rota de Kuala Lumpur para London Gatwick, com reservas agora disponíveis para esses voos. A estratégia visa capitalizar a crescente procura por viagens económicas para a região de Nova Iorque, descrita como um dos principais mercados de aviação do mundo e um hub para comércio, cultura e turismo. A abordagem da companhia envolve o uso de um hub virtual no Médio Oriente para facilitar ligações económicas entre a Ásia e os Estados Unidos. Este hub é visto como vital para estender rotas e tornar os voos de longo curso mais acessíveis. A AirAsia X tem-se focado historicamente em opções acessíveis para destinos na Ásia, Austrália e Médio Oriente, e a retoma de Londres alinha-se com as tendências da indústria de restaurar serviços afetados pela pandemia. Ao oferecer tarifas competitivas e serviços confortáveis, a AirAsia X procura competir no setor de baixo custo de longo curso. A rota planeada para Nova Iorque espera-se que conecte viajantes do Sudeste Asiático e da região Ásia-Pacífico aos EUA, potencialmente impulsionando viagens e comércio. O modelo da companhia enfatiza uma estrutura de preços única suportada pela sua rede no Médio Oriente, visando atrair tanto passageiros de negócios como de lazer sem comprometer a qualidade do serviço. Esta expansão antevê um crescimento mais amplo para a Europa e América do Norte, construído sobre a conectividade renovada com o Reino Unido para estimular a procura internacional.