A Anac vai analisar contratos entre operadores de helicópteros e a Prefeitura do Rio de Janeiro após a colisão aérea que matou seis pessoas no domingo.
Dois helicópteros colidiram no ar no domingo (14/6) e caíram perto da Avenida das Américas, no Recreio dos Bandeirantes, na zona oeste do Rio de Janeiro. O acidente deixou seis mortos.
A Anac afirmou que vai examinar cada contrato de prestação de serviços firmado com a prefeitura, incluindo o do helicóptero PR-DJJ. A aeronave, registrada como transporte privado, mantinha um acordo de permuta de horas de voo em troca do uso do heliponto da Lagoa Rodrigo de Freitas.
O ministro Tomé Franca disse que a agência apura se uma das aeronaves operava de forma irregular como táxi aéreo clandestino. Ele citou o prefixo PP-MAC, que já havia recebido denúncias anteriores.
A prefeitura informou que o modelo de permuta vigora desde 1999 e que os acordos passam por análise jurídica. A Anac declarou que as investigações sobre as causas do acidente cabem ao Cenipa.