Equipes de campanha continuam tentando apostar em corridas eleitorais em mercados de previsão

Plataformas de mercados de previsão ainda detectam tentativas de funcionários de campanha de fazer apostas em corridas políticas, apesar de novos sistemas de monitoramento e do crescente escrutínio sobre o uso de informações privilegiadas.

A Kalshi, a maior empresa de mercado de previsão, afirma ter bloqueado dezenas de transações realizadas por pessoas de dentro de campanhas desde maio. A empresa faz o cruzamento de dados de folha de pagamento da Federal Election Commission (FEC) com contas de usuários para identificar e evitar esse tipo de atividade.

Pelo menos um funcionário listado nos registros da FEC conseguiu concluir uma aposta em uma disputa na qual trabalhava. O operador falou com a NPR sob condição de anonimato.

Ex-comissários da FEC observaram que os dados não cobrem voluntários, prestadores de serviços ou corridas estaduais, deixando lacunas no sistema. A Kalshi iniciou mais de 150 investigações de uso de informações privilegiadas este ano e encaminhou pelo menos 20 casos às autoridades policiais.

O Comitê de Supervisão da Câmara está investigando as práticas de fiscalização tanto na Kalshi quanto na Polymarket. A investigação continua em andamento.

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