Pesquisadores chineses introduziram chips de IA fotônicos que prometem vantagens significativas de velocidade em tarefas generativas específicas. Esses chips usam fótons em vez de elétrons, permitindo maior paralelismo por meio de interferência óptica. O desenvolvimento pode representar um avanço no hardware de IA, embora as alegações sejam limitadas a aplicações estreitamente definidas.
Em um anúncio recente, pesquisadores chineses revelaram um novo tipo de chip de IA fotônico projetado para acelerar computações em tarefas generativas. De acordo com o relatório, esse chip óptico atinge até 100 vezes a velocidade da GPU A100 da Nvidia nessas áreas especializadas. A inovação reside na substituição de elétrons tradicionais por fótons, permitindo paralelismo massivo facilitado pela interferência óptica.
Essa abordagem contrasta com processadores eletrônicos convencionais ao aproveitar operações baseadas em luz para lidar com cargas de trabalho complexas de IA de forma mais eficiente. Os chips visam tarefas generativas, uma área chave em aplicações modernas de IA como criação de conteúdo e treinamento de modelos. Embora as alegações destaquem avanços potenciais, elas são especificadas para cenários estreitamente definidos, sugerindo limitações em uma aplicabilidade mais ampla.
A publicação da TechRadar enfatiza que isso não é uma reformulação completa dos aceleradores de IA, mas um avanço promissor na computação óptica. À medida que o hardware de IA evolui, tais desenvolvimentos da China destacam a crescente competição no setor, podendo influenciar inovações futuras em fotônica e eficiência no aprendizado de máquina.