A Comissão de Direitos Humanos da África do Sul recebeu com agrado a decisão de junho de 2026 do Tribunal de Igualdade, que considerou Ngizwe Mchunu culpado de discurso de ódio, assédio e discriminação contra a comunidade LGBTI.
A decisão, emitida pelo Supremo Tribunal de Joanesburgo atuando como Tribunal de Igualdade, foi bem recebida pela Comissão de Direitos Humanos da África do Sul por reforçar a dignidade e a igualdade.
Um novo relatório intitulado Admission Reserved, publicado pela Other Foundation em parceria com o Conselho de Pesquisa em Ciências Humanas, entrevistou 3.285 adultos e constatou que a parcela de sul-africanos que consideram relacionamentos entre pessoas do mesmo sexo como sempre errados caiu de 66% para 52% na última década.
Cerca de 60% concordam agora que pessoas gays e lésbicas merecem os mesmos direitos que as outras, enquanto o apoio a pessoas bissexuais e transgênero está em 57% e a pessoas intersexo em 68%. O relatório também observou vínculos entre atitudes negativas em relação a pessoas LGBTI e em relação a imigrantes.