As organizações da sociedade civil expressaram preocupações sobre a Lei Eleitoral de 2026 na Nigéria, afirmando que ela mina a integridade eleitoral e reforça a vantagem dos incumbentes. Grupos incluindo o Centre for Media and Society e The Kukah Centre destacaram estes problemas em declarações recentes.
As organizações da sociedade civil (OSC) na Nigéria expressaram fortes reservas sobre a Lei Eleitoral de 2026. De acordo com relatos, estes grupos argumentam que a legislação compromete a integridade do processo eleitoral e reforça as vantagens detidas pelos incumbentes. As críticas provêm de organizações como o Centre for Media and Society (CEMESO), The Kukah Centre, International Press Centre, ElectHer e Nigeria Women Trust Fund. Um comunicado publicado em 19 de fevereiro de 2026 detalhou as suas preocupações, descrevendo a Lei como problemática para eleições justas. Um relatório intitulado 'OSC: Lei Eleitoral de 2026 mina integridade eleitoral, reforça vantagem de incumbência' capta a essência da sua posição. As OSC apontam disposições específicas que acreditam favorecer os atuais detentores de cargos, podendo enviesar o equilíbrio democrático. Não foram fornecidas citações diretas das organizações nas fontes disponíveis, mas a voz coletiva reforça um apelo por reformas para assegurar um campo de jogo igual nas próximas eleições. Este desenvolvimento ocorre no meio de discussões em curso sobre reformas eleitorais na Nigéria.