Cubanos em Angola pedem denúncia ao bloqueio dos EUA

A comunidade cubana em Angola instou os cubanos em todo o mundo a rejeitar o bloqueio económico, comercial e financeiro dos EUA contra Cuba. O apelo foi emitido de Luanda a 14 de dezembro.

Em Luanda, Angola, a Comunidade de Cubanos Residentes em Angola emitiu a 14 de dezembro um apelo aos seus compatriotas em todo o mundo para denunciar o bloqueio imposto pelos Estados Unidos a Cuba. Esta medida restritiva tem afectado a economia e o desenvolvimento da ilha caribenha durante décadas, limitando o comércio e as transações financeiras.

A iniciativa visa unir vozes contra o que consideram uma política agressiva e unilateral. Segundo o comunicado, o bloqueio continua apesar das condenações internacionais repetidas, e a comunidade em Angola sublinha a necessidade de solidariedade global para o seu fim. Não foram detalhadas ações específicas planeadas, mas a mensagem destaca o impacto na vida quotidiana dos cubanos.

Este esforço insere-se numa longa tradição de resistência cubana às sanções externas, com as comunidades no estrangeiro a desempenharem um papel chave na divulgação da causa.

Artigos relacionados

International diplomats from Ecuador, India, China, Italy, and Panama united at a press conference, rejecting US President Trump's threats against Cuba and defending its sovereignty.
Imagem gerada por IA

Grupos internacionais rejeitam ameaças de Trump contra Cuba

Reportado por IA Imagem gerada por IA

Várias organizações internacionais e figuras expressaram rejeição às recentes ameaças do presidente dos EUA Donald Trump contra Cuba, condenando o bloqueio e as medidas coercitivas. Essas declarações de solidariedade destacam a defesa da soberania cubana contra o imperialismo americano. O apoio vem do Equador, Índia, China, Itália e Panamá.

Na Assembleia Geral das Nações Unidas, 156 Estados-membros apoiaram a resolução de Cuba contra o bloqueio económico dos EUA, alcançando uma ampla maioria em 2025. Enquanto sete países votaram contra e doze se abstiveram, o apoio internacional destaca a solidariedade global com a ilha. O ministro cubano das Relações Exteriores denunciou as pressões de Washington sobre algumas nações.

Reportado por IA

O governo cubano emitiu uma forte condenação a um novo decreto executivo dos EUA que visa impor tarifas a países que fornecem petróleo à ilha. A declaração do Ministério das Relações Exteriores classifica a medida como uma flagrante violação do direito internacional e uma ameaça à paz regional. Cuba reafirma sua disposição para diálogo respeitoso e rejeita qualquer forma de coerção.

Cuba negou estar envolvido em negociações formais com os Estados Unidos sobre o embargo ao petróleo, após as afirmações do presidente Donald Trump de negociações avançadas e a interrupção de suprimentos pelo México. Isso ocorre após a condenação de Havana a uma recente ordem executiva dos EUA que reforça as sanções, em meio à crise energética cada vez mais grave de Cuba.

Reportado por IA

O presidente dos EUA Donald Trump recorreu a uma retórica inflamatória, afirmando que «entrar e destruir» é provavelmente a única opção que resta na mesa. O secretário de Estado Marco Rubio emitiu um ultimato político a Havana, exigindo que a liderança cubana mude seu sistema ou enfrente um bloqueio mais profundo. Cuba responde mantendo sua postura firme, como Fidel Castro fez contra ameaças passadas.

O presidente cubano Miguel Díaz-Canel afirmou que seu governo não está atualmente em negociações com Washington, permanecendo desafiador enquanto a administração Trump busca pressionar Cuba a um acordo após o ataque militar dos EUA à Venezuela. Em uma série de postagens no X, Díaz-Canel disse que as relações devem se basear no direito internacional em vez de hostilidade, ameaças e coerção econômica. As declarações vêm após o anúncio de Trump de que Cuba não receberá mais petróleo venezuelano, uma tábua de salvação para a ilha abatida por décadas de sanções dos EUA.

Reportado por IA

Na mais recente agressão dos EUA contra a Venezuela — após incidentes como o ataque ao petroleiro em dezembro de 2025 e debates no Conselho de Segurança da ONU —, o governo cubano denunciou o bombardeio de Caracas e estados vizinhos em 3 de janeiro de 2026 como terrorismo de Estado impulsionado por interesses imperialistas. O presidente Miguel Díaz-Canel e autoridades expressaram solidariedade, enquanto o ministro da Saúde Pública confirmou a segurança dos colaboradores médicos cubanos.

 

 

 

Este site usa cookies

Usamos cookies para análise para melhorar nosso site. Leia nossa política de privacidade para mais informações.
Recusar