Cuba condena pirataria contra petroleiro venezuelano

O primeiro-ministro cubano Manuel Marrero condenou via redes sociais o ataque das forças dos EUA a um petroleiro venezuelano. O Movimento de Amizade e Solidariedade Mútua Venezuela-Cuba também rejeitou fortemente este ato de agressão no mar do Caribe.

Em 11 de dezembro de 2025, o primeiro-ministro cubano Manuel Marrero condenou via redes sociais o ato de pirataria realizado pelas forças armadas dos EUA contra um petroleiro venezuelano. Este incidente ocorreu no mar do Caribe e foi descrito como uma agressão direta.

De Caracas, o Movimento de Amizade e Solidariedade Mútua Venezuela-Cuba emitiu uma forte rejeição ao ataque, classificando-o como um ato de agressão das Forças Armadas dos Estados Unidos. Esta condenação destaca a solidariedade entre Cuba e Venezuela perante o que consideram intervenções imperialistas.

Ambas as declarações enfatizam preocupações com a segurança marítima na região e o impacto nas relações internacionais. Não foram fornecidos detalhes adicionais sobre o petroleiro específico ou as consequências do ataque nas declarações iniciais, mas o tom indica uma postura unificada contra tais ações.

Artigos relacionados

Cuban President Díaz-Canel denounces US airstrikes on Venezuela as state terrorism during a tense Havana press conference, with visuals of Caracas destruction on screen.
Imagem gerada por IA

Cuba condena bombardeio dos EUA à Venezuela como terrorismo de Estado em meio a tensões crescentes

Reportado por IA Imagem gerada por IA

Na mais recente agressão dos EUA contra a Venezuela — após incidentes como o ataque ao petroleiro em dezembro de 2025 e debates no Conselho de Segurança da ONU —, o governo cubano denunciou o bombardeio de Caracas e estados vizinhos em 3 de janeiro de 2026 como terrorismo de Estado impulsionado por interesses imperialistas. O presidente Miguel Díaz-Canel e autoridades expressaram solidariedade, enquanto o ministro da Saúde Pública confirmou a segurança dos colaboradores médicos cubanos.

O governo venezuelano condenou em 21 de dezembro o sequestro de outro navio privado com petróleo nacional e o desaparecimento forçado de sua tripulação. Isso segue um incidente anterior envolvendo um petroleiro venezuelano, condenado por Cuba como pirataria dos EUA no início de dezembro.

Reportado por IA

Com base em condenações anteriores de incidentes específicos como o ataque dos EUA a um petroleiro venezuelano em 11 de dezembro, Cuba condenou fortemente a escalada do belicismo dos EUA contra a Venezuela no Conselho de Segurança da ONU, ameaçando a soberania e a paz regionais. O ministro das Relações Exteriores Bruno Rodríguez Parrilla destacou as preocupações internacionais sobre as violações do direito internacional pelos EUA.

Várias organizações internacionais e figuras expressaram rejeição às recentes ameaças do presidente dos EUA Donald Trump contra Cuba, condenando o bloqueio e as medidas coercitivas. Essas declarações de solidariedade destacam a defesa da soberania cubana contra o imperialismo americano. O apoio vem do Equador, Índia, China, Itália e Panamá.

Reportado por IA

O presidente cubano Miguel Díaz-Canel rejeitou declarações dos EUA contra Cuba após a operação que levou à captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro, na qual 32 cubanos morreram. Cubanos em várias províncias manifestaram apoio à Venezuela, denunciando a agressão dos EUA. Cuba declarou luto nacional pelas vítimas.

Reportagens recentes sobre o VLCC Skipper, o petroleiro ligado à Venezuela apreendido por forças dos EUA ao largo da costa do país esta semana, indicam que ele transportava cerca de 1,1 milhão de barris de petróleo sancionado, parte dele ligado a Cuba. O presidente Nicolás Maduro condenou a operação como “pirataria internacional” em meio à crescente pressão dos EUA sobre seu governo.

Reportado por IA

Espanha, Brasil, Chile, Colômbia, México e Uruguai emitiram uma declaração conjunta rejeitando a operação militar dos EUA que capturou o presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa em 3 de janeiro de 2026, chamando-a de violação do direito internacional e instando ao diálogo pacífico.

 

 

 

Este site usa cookies

Usamos cookies para análise para melhorar nosso site. Leia nossa política de privacidade para mais informações.
Recusar