Dane revela dois milhões de unidades econômicas em censo urbano

Piedad Urdinola, diretora do Dane, apresentou resultados preliminares do Censo Nacional Urbano Econômico de 2024, identificando cerca de dois milhões de unidades econômicas nas áreas urbanas da Colômbia. Este censo, o primeiro em 34 anos, destaca a concentração no comércio e serviços, bem como lacunas regionais. Os dados atualizarão políticas públicas e estruturas estatísticas.

No fórum “Foro LR: La gran transformación; el poder de las capitales”, Piedad Urdinola, diretora do Departamento Administrativo Nacional de Estatística (Dane), compartilhou achados iniciais do Censo Nacional Urbano Econômico de 2024. Esta operação, realizada em 1.121 áreas urbanas distribuídas por 1.103 municípios e 18 áreas não municipalizadas, registrou 2.005.613 unidades econômicas, abrangendo 98,2% dos quarteirões urbanos. Uma unidade econômica é definida como qualquer pessoa natural ou jurídica dedicada a atividades de produção, comercialização ou serviços em estabelecimentos fixos, semifixos, residências ou barracas móveis. Urdinola explicou: “Temos dois milhões de unidades econômicas entre pessoas naturais e jurídicas.” Destas, 53,1% (1.064.505) são dedicadas ao comércio, 32,3% (648.375) aos serviços, 5,2% (105.148) à indústria e 1,1% ao transporte. Cerca de 85% concentram-se no comércio e serviços, o que indica uma economia terciária nas zonas urbanas. Além disso, foram identificados 219.042 vendedores ambulantes, um indicador chave do setor informal. Geograficamente, Bogotá lidera com 360.568 unidades (18% do total), seguida por Medellín com 118.679, Cali com 99.208 e Bucaramanga com 52.065, segundo a apresentação. Fontes complementares indicam variações, como 43.514 para Bucaramanga e 52.065 para Barranquilla. Bogotá, Antioquia e Valle del Cauca concentram 30% a nível nacional, enquanto departamentos como Sucre, Quindío e La Guajira têm menos de 1%. Há 38,5 unidades por 1.000 habitantes. O censo inclui um componente étnico: das 95.107 unidades como pessoas naturais, 68,7% identificam-se como negros, mulatos, afrodescendentes ou afrocolombianos; 29,3% como indígenas; 1,2% como raizal; 0,6% como palenquero de San Basilio; e 0,2% como ciganos. Juan José Ospina, subgerente técnico do Banco da República, afirmou: “Pela primeira vez em 34 anos, o país tem uma fotografia precisa de seu tecido produtivo e de como as empresas operam nas regiões. Isso permitirá o desenho de políticas públicas.” Esses dados atualizarão as pesquisas empresariais e apoiarão o desenvolvimento municipal. O próximo censo urbano está previsto para 2034, seguido pelo agrícola em 2027 e pelo minerário em 2028.

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