Mísseis continuam a voar pelo Oriente Médio, impulsionando ações de empresas de defesa enquanto provocam quedas em ações de companhias aéreas e de cruzeiros. Analistas do JPMorgan observaram que o conflito está criando claros líderes e atrasados no mercado. Investidores estão atentos ao Estreito de Ormuz, que movimenta 20% do suprimento global de petróleo.
O conflito em curso no Oriente Médio, envolvendo o Irã, levou a movimentos significativos no mercado. Ações de defesa estão disparando devido à erosão constante dos estoques de interceptores de mísseis, elevando as ações das empresas de defesa. Fornecedores americanos de GNL também registraram ganhos, subindo forte na negociação de segunda-feira, enquanto as taxas de navios-tanque dobraram em menos de um dia. JPMorgan analysts wrote on Monday that the conflict is creating leaders and laggards. Semafor’s Tim McDonnell noted that fear and a lack of insurance are likely bigger impediments than a potential blockade of the 20-mile-wide Strait of Hormuz. No lado negativo, ações de cruzeiros e companhias aéreas estão caindo, pois essas empresas estão expostas a preços flutuantes de combustível. Royal Caribbean, que faz hedge de cerca de 60% de seus custos com combustível, foi menos afetada do que Norwegian e Carnival. Companhias aéreas, que fazem hedge de forma mais extensa, ainda enfrentam desafios com suspensões de rotas regionais, segundo o JPMorgan. Além disso, uma aposta popular de Wall Street em mercados emergentes está registrando perdas.