Educação, saúde e ciências lideram execução orçamentária de 2025

O Ministério da Fazenda informou que os setores de Educação, Saúde e Ciência, Tecnologia e Inovação encerraram 2025 com as maiores taxas de execução orçamentária, atingindo 97,3 %, 96,1 % e 95,4 % respectivamente. Em contrapartida, Presidência, Transportes e Agricultura tiveram as menores, com 40,9 %, 43,5 % e 59,5 %. A média geral sem dívida foi de 86,5 %.

O governo colombiano encerrou a execução do Orçamento Geral da Nação para 2025 com uma média de 86,5 % sem incluir a dívida, segundo dados do Ministério da Fazenda. Os setores de Educação, Saúde e Ciência, Tecnologia e Inovação se destacaram com execuções de 97,3 %, 96,1 % e 95,4 % respectivamente, refletindo forte compromisso nas áreas sociais e científicas.  nnEm contrapartida, a Presidência executou apenas 40,9 %, Transportes 43,5 % e Agricultura e Desenvolvimento Sustentável 59,5 %. Em termos de compromissos sem dívida, foram adquiridas obrigações no valor de $391,5 trilhões, um aumento de 7,01 % em relação a dezembro de 2024. Os pagamentos totais atingiram $343,1 trilhões, equivalentes a 86,2 % da dotação, dos quais $104,5 trilhões corresponderam ao serviço da dívida (92,8 %).  nnO investimento registrou um compromisso de $76,1 trilhões, $11,4 trilhões a menos que em 2024. Os líderes em obrigações de investimento foram Ciência, Tecnologia e Inovação com 96 % ($244 bilhões), Igualdade e Equidade com 94,1 % ($9,39 trilhões) e Educação com 90,3 % ($6,12 trilhões). Quanto ao saldo remanescente do orçamento de 2024 de $62,5 trilhões, $54,7 trilhões foram obrigados até outubro (87,5 %), com $35,8 trilhões para investimento, $18,3 trilhões para funcionamento e $7,47 trilhões para dívida.  nnPara as despesas operacionais, de $319,8 trilhões, 74,3 % foram transferências nacionais. De $237,7 trilhões apropriados, $218,9 trilhões foram obrigados, destacando-se o Sistema Geral de Participações ($81,9 trilhões), pensões ($75,3 trilhões) e seguros de saúde ($39,7 trilhões).  nnO Ministério da Fazenda explicou: «A menor execução de investimentos em termos de obrigações reflete o esforço do governo em garantir que as transferências de recursos se alinhem à entrega efetiva de bens e serviços aos cidadãos (...). 62,9 % das obrigações para aquisição de bens e serviços públicos vieram dos setores de defesa, poder judiciário, procuradoria e entidades autônomas».

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