Argentine Senate chamber during 2026 budget approval vote: 46-25-1 tally, ruling party celebrates fiscal balance while opposition protests education cuts.
Argentine Senate chamber during 2026 budget approval vote: 46-25-1 tally, ruling party celebrates fiscal balance while opposition protests education cuts.
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Senado argentino aprova orçamento equilibrado para 2026 em meio a controvérsia sobre financiamento da educação

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Após expectativa tensa, o Senado Nacional da Argentina aprovou o Orçamento de 2026 em 26 de dezembro com 46 votos a favor, 25 contra e uma abstenção, alcançando o primeiro equilíbrio fiscal em décadas apesar das críticas da oposição sobre cortes no financiamento de educação e ciência. O partido governista celebrou o marco, enquanto os opositores denunciaram impactos em setores chave.

A sessão do Senado, convocada conforme previsto após o meio-dia em 26 de dezembro de 2025, culminou na aprovação do Orçamento de 2026 — uma vitória chave para o governo do presidente Javier Milei. O projeto, que projeta $148 trilhões em gastos, inflação de 10,1%, cotação do dólar em $1.423 e crescimento do PIB de 5%, foi aprovado em termos gerais com 46 votos sim, 25 não e uma abstenção. O controverso Capítulo 2, incluindo o Artigo 30 que remove os pisos mínimos de financiamento para educação, ciência, educação técnica e defesa, foi aprovado por 42 a 28 com duas abstenções.

Líderes do bloco governista, incluindo La Libertad Avanza e aliados da UCR, defenderam o orçamento como essencial para a estabilidade. Patricia Bullrich declarou: "Não estamos votando apenas mais uma lei; estamos definindo se a Argentina acredita em si mesma novamente." O ministro do Interior, Diego Santilli, acrescentou: "Temos um Orçamento equilibrado para a Argentina." Milei comemorou nas redes sociais: "Viva la libertad carajo", compartilhando uma foto da votação.

A oposição da Unión por la Patria, liderada por José Mayans, criticou o projeto como "nefasto" e uma "grande mentira", destacando impactos provinciais e reduções de financiamento. Eduardo 'Wado' de Pedro chamou o Artigo 30 de "vergonhoso", citando uma queda de 45% no financiamento da educação sob Milei. Alguns aliados, como Maximiliano Abad e Flavio Fama da UCR, apoiaram o texto geral, mas se opuseram ao Capítulo 2.

A sessão maratônica com mais de 30 oradores viu confrontos verbais e um incidente menor envolvendo água derramada. Após a aprovação, o debate mudou para a Lei Fiscal de Inocência, fortalecendo a posição de Milei antes do recesso.

O que as pessoas estão dizendo

Discussões no X sobre a aprovação pelo Senado argentino do orçamento equilibrado de 2026 mostram divisões acentuadas. Apoiadores de Milei elogiam o marco histórico do déficit zero, destacando aumentos em saúde (+17%), educação (+8%), pensões (+5%) e financiamento universitário ($4,8 trilhões). Críticos da oposição e da mídia condenam cortes severos em educação, ciência e escolas técnicas via Artigo 30, que remove mínimos do PIB (6% para educação, 1% para ciência), classificando-o como um golpe devastador aos setores públicos em meio à austeridade fiscal.

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