Elon Musk previu que robôs alimentados por IA superarão cirurgiões humanos em três anos, tornando a escola de medicina desnecessária. Ele fez essas afirmações durante um podcast recente, juntamente com previsões mais amplas sobre o impacto da IA na humanidade. Especialistas alertam que o julgamento humano permanece essencial na saúde apesar dos avanços robóticos.
Elon Musk, CEO da Tesla, compartilhou previsões ousadas sobre o futuro da inteligência artificial e robótica durante uma aparição no Moonshots Podcast. Ele afirmou que, em três anos, robôs movidos a IA, como o Optimus da Tesla, superarão cirurgiões humanos em precisão e capacidade, marcando efetivamente o 'fim' do cirurgião humano. Musk alertou especificamente que frequentar a escola de medicina pode em breve se tornar 'desnecessário' à medida que essas tecnologias revolucionam a saúde. As previsões de Musk vão além da medicina. Ele previu que a IA se tornará mais inteligente que os humanos, levando a avanços como a imortalidade humana e tornando as economias de aposentadoria irrelevantes devido à extensão da vida útil e mudanças econômicas impulsionadas por IA. Essas ideias destacam a visão de Musk da IA redefinindo setores como finanças e saúde. No entanto, especialistas contestam o cronograma e as implicações de Musk. Embora a cirurgia robótica esteja avançando rapidamente — com sistemas como os da Neuralink potencialmente integrando IA —, eles enfatizam que a medicina requer elementos humanos como tomada de decisões éticas, responsabilidade e julgamento em cenários complexos. O debate centra-se em quem controlaria e assumiria a responsabilidade pela IA em situações de vida ou morte, sublinhando a necessidade de estruturas regulatórias. Os comentários de Musk, relatados em 14 de janeiro de 2026, geraram discussões sobre o ritmo de adoção da IA em campos críticos. Defensores veem potencial imenso para melhores resultados, mas céticos alertam contra a superdependência de máquinas sem supervisão humana.