Após elogio recente do investidor Jason Calacanis ao Optimus V3 da Tesla após visita ao laboratório, o CEO Elon Musk endossou a visão de que o robô humanoide pode ofuscar as raízes de veículos elétricos da empresa. Essa mudança ocorre enquanto a Tesla lida com quedas nas vendas de carros e retrocessos em robótica, mas vê máximas nas ações.
Em uma sequência ao relato entusiástico do investidor anjo Jason Calacanis sobre o Optimus V3 da Tesla — compartilhado após uma visita ao laboratório em janeiro de 2026 com Elon Musk e discutido na CES —, o CEO da Tesla afirmou no X que a previsão de Calacanis era provavelmente verdadeira: robôs Optimus definiriam o legado da empresa acima de seus carros. Musk visualiza o Optimus transformando a Tesla em uma líder em robótica de US$ 25 trilhões, prometendo que representará a maior parte do valor da empresa e potencialmente implantará um milhão de unidades até 2030 como parte das metas de seu pacote de remuneração. Ele afirmou que o robô poderia 'eliminar a pobreza e fornecer renda alta universal'. No entanto, os desafios persistem. A Tesla perdeu sua meta de produção de 5.000 unidades no ano passado devido a problemas de fabricação. Demonstrações falharam, como um robô lutando em um corredor, com dependência de teleoperadores destacando lacunas de autonomia. Essas ambições robóticas coincidem com ventos contrários nos VE: vendas globais de carros em queda livre, escrutínio regulatório sobre assistência ao motorista e quedas nas entregas. Apesar dos obstáculos, o otimismo dos investidores perdura, com as ações da Tesla atingindo um recorde próximo a US$ 500 em meados de dezembro. Isso ressalta a estratégia de Musk de mudar o foco de automóveis para robótica.