Fabricato manterá operações no Equador e EUA apesar de ajustes

Gustavo Lenis, presidente da Fabricato, afirmou na Colombiatex que a empresa continuará suas operações no Equador e nos Estados Unidos, apesar de ajustes em sua estrutura de produção, incluindo o fechamento de sua fiação tradicional.

Fabricato, uma das principais empresas têxteis da Colômbia, enfrenta desafios no mercado internacional, mas planeja manter sua presença no Equador e nos Estados Unidos. Gustavo Lenis, presidente da empresa, explicou na Colombiatex que o fechamento da fiação tradicional decorre da perda de competitividade frente às importações, particularmente da Ásia, sem abandonar o setor têxtil ou os mercados externos.  nnNo Equador, uma tarifa de 30% sobre tecidos colombianos complica as exportações. Lenis declarou: «Com a medida do Equador, será muito difícil para nós vender um metro de tecido», embora a empresa avalie as condições para manter as operações por lá. Para os Estados Unidos, a tarifa de 10% e a regra de origem do USMCA exigem fio colombiano ou americano, tornando o fio importado mais caro. Apesar de um dólar baixo e altos custos internos, Lenis enfatizou que esse mercado permanece estratégico devido ao seu tamanho e proximidade.  nnAlém disso, a Fabricato fechou sua planta de denim, que representava 40% da produção e das vendas, devido à concorrência desleal de importações e contrabando. No entanto, a empresa encerrou 2025 com resultados positivos ao se reorientar para outras linhas. Suas exportações também miram a América Central, México, Brasil e o Caribe por meio de parcerias com confeccionistas. Lenis resumiu: «Os negócios são de longo prazo e é preciso se adaptar» a um ambiente cada vez mais exigente.

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