Um dia após o descarrilamento do Trem Interoceânico Linha Z em Nizanda, Oaxaca, em 28 de dezembro de 2025 — que matou 13 e feriu 98 —, a presidente Claudia Sheinbaum visitou vítimas, anunciou 30.000 pesos por família em auxílio e as investigações federais se aprofundaram com a divulgação das identidades das vítimas.
O incidente envolveu um trem de Salina Cruz para Coatzacoalcos que saiu dos trilhos, com a locomotiva principal caindo 6,5 metros morro abaixo. Os resgates iniciais pela Marinha foram seguidos de cuidados contínuos, com 36 dos 98 feridos ainda hospitalizados em 29 de dezembro (ex.: 9 no IMSS Bienestar em Salina Cruz, outros em Tehuantepec, Juchitán).
Os 13 mortos confirmados, segundo a Segob, incluem: Elena Solórzano Cruz (6), María Antonia Rosales Mendoza (58), Bersain Cruz López (65), María Concepción Barbosa Acevedo (65), Israel Enrique Gallegos Soto (60, jornalista do Heraldo de Oaxaca), Inés Alvarado Rojas (57), Amada Rasgado Lázaro (70), Patricia Medina Pérez (49), Luisa Camila Serrano Moreno (15), María Luisa Pasaron González (66), Raúl López Cruz (67), Rogelio Alfonso Luna Luna (63) e Honoria Medina Pérez (56). As vítimas eram de Oaxaca e Veracruz, incluindo dois menores.
A presidente Sheinbaum visitou hospitais em Tehuantepec e Salina Cruz em 29 de dezembro, prometendo apoio imediato de 30.000 pesos às famílias. A FGR enviou especialistas forenses, de engenharia e fotografia, analisando o gravador de dados 'Pulser' (velocidade, freios, direção); a Semar observou que inspeções anteriores de trilhos 'Hi-Rail' não encontraram problemas.
A testemunha Juan Manuel Iglesias descreveu o caos: 'Gritos e desespero... Ajudei a resgatar mulheres, crianças, idosos.' Vozes da oposição, como o do PAN Mario Vázquez, pediram revisão internacional e suspensão do serviço por possíveis falhas nos trilhos. Embaixadas (Rússia, Reino Unido, EUA) ofereceram condolências. As famílias podem ligar para a Segob no 55 2230 2106.