O governo queniano e os EUA concordaram formalmente em implementar uma parceria de cooperação em saúde de cinco anos avaliada em 1,6 bilhão de dólares. O secretário principal do Tesouro, Chris Kiptoo, confirmou o acordo em 8 de junho após se reunir com a encarregada de negócios dos EUA, Susan Burns. O acordo segue uma decisão do Tribunal de Apelações que suspendeu um congelamento anterior.
O secretário principal do Tesouro, Chris Kiptoo, anunciou a implementação da Parceria de Cooperação em Saúde entre Quênia e EUA após uma visita de cortesia da encarregada de negócios dos EUA, Susan Burns, no Tesouro Nacional. O programa de cinco anos abrange vigilância de doenças e resposta a surtos, fortalecimento de sistemas laboratoriais, insumos de saúde, transição da força de trabalho de saúde na linha de frente e sistemas digitais de saúde. O acordo havia sido congelado pelo Tribunal Superior em dezembro de 2025. O Tribunal de Apelações suspendeu o congelamento em 12 de maio. O governo dos EUA havia pausado a implementação em fevereiro de 2026 para respeitar o processo judicial. Críticos, incluindo o senador de Busia, Okiya Omtatah, a Federação de Consumidores do Quênia e o Katiba Institute, contestaram o acordo. Eles argumentaram que ele ignorou o parlamento e levantaram preocupações sobre a privacidade de dados e a imunidade legal para o pessoal dos EUA. Kiptoo afirmou que as empresas americanas contribuem significativamente para a criação de empregos e o crescimento econômico no Quênia.