La Cámpora, o grupo político liderado por Máximo Kirchner, uniu forças com o sindicalismo combativo para marchar juntos nesta sexta-feira contra a proposta de reforma trabalhista do governo. Antes do protesto no Congresso, Kirchner reuniu-se com Rodolfo Aguiar, da ATE, para coordenar esforços. Eles acordaram um esquema conjunto de oposição tanto nas ruas quanto no parlamento contra as políticas de Javier Milei.
Em uma demonstração de unidade opositora, La Cámpora alinhou-se ao sindicalismo combativo às vésperas da mobilização marcada para esta sexta-feira. O protesto foca na rejeição da reforma trabalhista impulsionada pelo presidente Javier Milei. Os líderes de La Cámpora e ATE reuniram-se para definir ações conjuntas contra as políticas do governo Milei A reunião chave ocorreu pouco antes da manifestação no Congresso Nacional. Máximo Kirchner, líder da La Cámpora, reuniu-se com Rodolfo Aguiar, secretário-geral da Associação de Trabalhadores do Estado (ATE). Durante o encontro, eles acordaram estabelecer um esquema de coordenação entre setores políticos e sindicais. Esse acordo visa desafiar as iniciativas do governo tanto nas ruas quanto na arena legislativa. A ação conjunta representa um esforço para amplificar a resistência às medidas econômicas e trabalhistas de Milei, conforme delineado em relatórios anteriores à marcha.