Londres emergiu como o destino mais caro e popular para viagens de negócios internacionais em 2025, de acordo com dados da Hickory Global Partners. A cidade superou Paris, Tóquio e outras em custo e frequência de visitas, com base no gasto diário médio com acomodação, transporte e refeições. Isso marca uma mudança em relação a 2024, quando Londres ficou em segundo lugar atrás de Roma.
Os rankings anuais divulgados pela Hickory Global Partners analisam as estatísticas de reservas de 2025 do seu consórcio de viagens corporativas, focando no gasto diário médio por cidade fora dos Estados Unidos. Londres garantiu o primeiro lugar com os custos mais altos, impulsionados pelo aumento das despesas com acomodação, transporte e refeições, além de seu status como hub de negócios global com alta demanda por serviços premium. No ranking do ano anterior, Londres ficou em segundo após Roma, mas agora superou Paris e Tóquio para liderar. Paris segue em segundo lugar, notada por suas acomodações de luxo, gastronomia premium e demanda por espaços para eventos. Tóquio ocupa o terceiro, influenciado por preços de hotéis de alto padrão e eventos corporativos crescentes. Amsterdã fica em quarto, e Singapura em quinto, ambos reconhecidos por seus ambientes de negócios e serviços. Além da despesa, Londres domina em popularidade, liderando a frequência de visitas de negócios em todo o mundo. Ela supera Rio de Janeiro, que fica em segundo, seguido por Paris em terceiro, Toronto em quarto e Tóquio em quinto. Essas cidades servem como hubs chave para executivos, conferências e delegações. Nos Estados Unidos, Nova York mantém a liderança tanto em custo quanto em popularidade, apoiada por seu papel financeiro e infraestrutura. Chicago fica em segundo para despesa e terceiro para popularidade, com forças em finanças, tecnologia e manufatura. San Diego e Dallas entraram no top 10, oferecendo opções eficientes para viajantes conscientes do custo. Os rankings destacam tendências contínuas em viagens de negócios globais, com cidades principais como Londres e Nova York continuando a atrair gastos altos, enquanto destinos secundários dos EUA ganham tração.