Hickory Global Partners divulgou um ranking das cidades mais caras e populares para viagens de negócios com base em dados de reservas para 2025. Nova York e Londres lideram em custo e popularidade, enquanto Rio de Janeiro surge como favorita surpreendente apesar dos preços baixos. O relatório destaca forte demanda no setor, com gastos globais projetados em US$ 1,7 trilhão até 2026.
Hickory Global Partners, um consórcio global de viagens corporativas, analisou reservas de hotéis corporativos, dados de agências de viagens e eventos empresariais para compilar seus rankings de 2025. O foco foi na tarifa diária média (ADR) por cidade, abrangendo mercados domésticos e internacionais. Esses dados sublinham a indústria de viagens de negócios em expansão, onde cidades com ecossistemas robustos para eventos e networking atraem altos gastos. nnNos Estados Unidos, Nova York lidera tanto em despesa quanto em popularidade, graças à sua infraestrutura, instituições culturais e eventos de negócios. Chicago fica em segundo lugar em ambas as categorias, como hub chave para reuniões e convenções. As 10 cidades americanas mais caras incluem New York, NY; Chicago, IL; Las Vegas, NV; San Diego, CA; Dallas, TX; Charlotte, NC; Atlanta, GA; Orlando, FL; Houston, TX; e Columbus, OH. Em popularidade, Nova York lidera, seguida por Houston e Chicago, com cidades como San Diego e Atlanta ganhando terreno devido a preços competitivos e acesso a indústrias de petróleo, gás, tecnologia e entretenimento. nnInternacionalmente, Londres se destaca como o destino principal em custo e popularidade, impulsionado por seu papel em finanças, tecnologia e comércio. Paris e Tóquio seguem de perto. As 10 cidades internacionais mais caras são London, England; Paris, France; Tokyo, Japan; Amsterdam, Netherlands; Singapore, Singapore; Toronto, Canada; Montreal, Canada; Calgary, Canada; São Paulo, Brazil; e Rio de Janeiro, Brazil. nnRio de Janeiro surpreende particularmente, com ADR de US$ 71, mas ocupando o segundo lugar em popularidade internacional após Londres. Seu crescimento deve-se a infraestrutura de negócios em desenvolvimento, proximidade com mercados latino-americanos e apelo para viagens bleisure que combinam trabalho com praias e cultura. nnO relatório projeta um crescimento de 8% nos gastos globais com viagens de negócios em 2026, atingindo US$ 1,7 trilhão, à medida que as empresas priorizam experiências eficientes nesses destinos.