Corporación América Airports registra crescimento de 8,8% no tráfego de passageiros em janeiro de 2026

Corporación América Airports anunciou um aumento de 8,8% no tráfego de passageiros em relação ao ano anterior para janeiro de 2026, alcançando 7,609 milhões de passageiros. O crescimento foi impulsionado principalmente por fortes desempenhos na Argentina, Brasil e Itália. O tráfego internacional subiu 14,8%, enquanto os segmentos doméstico e de trânsito também registraram ganhos.

Corporación América Airports, que gerencia aeroportos em países como Argentina, Brasil e Itália, divulgou seu relatório de tráfego de passageiros de janeiro de 2026 em 24 de fevereiro de 2026. O volume total de passageiros atingiu 7,609 milhões, ante 6,995 milhões em janeiro de 2025, marcando um aumento de 8,8% em todos os segmentos. O tráfego de passageiros internacionais cresceu 14,8%, o doméstico 2,6% e o de trânsito 16,6%. Mais de 50% do crescimento geral veio da Argentina, onde o tráfego total aumentou 7,9%. Na Argentina, o tráfego doméstico permaneceu estável, mas o internacional saltou 21,8%, impulsionado por novas rotas de verão como de Buenos Aires a Cabo Frio e de Córdoba a Aruba, além de voos adicionais para Tucumán e Florianópolis. Aerolíneas Argentinas expandiu serviços, e GOL e LATAM adicionaram voos de Mendoza ao Rio de Janeiro e de Ezeiza a Florianópolis. O Brasil registrou alta de 15,6% no tráfego total, com doméstico subindo 13,3%, internacional 13,9% e trânsito 18,7%. Isso reflete o papel do Brasil como hub chave de viagens em meio a desafios na aviação. Na Itália, o tráfego total aumentou 4%, com internacional subindo 7,2% nos aeroportos de Florença e Pisa, embora o doméstico tenha caído 6% devido a interrupções climáticas. Outras regiões mostraram tendências positivas: Uruguai subiu 1% com novos serviços da GOL de Montevidéu a Fortaleza; Equador cresceu 4,9% no tráfego doméstico apesar de problemas de segurança; e Armênia subiu 10,1% após nova base da Wizz Air no Aeroporto de Yerevan. O tráfego de carga caiu 6,2% em relação ao ano anterior, afetado por desempenhos mais fracos na Argentina, Brasil, Uruguai e Itália, embora a Armênia tenha registrado crescimento. Os movimentos de aeronaves aumentaram 4,3%, indicando recuperação nos viagens aéreas com voos adicionais para atender à demanda. O relatório destaca a resiliência da indústria da aviação pós-pandemia, com demanda sustentada na América Latina e Europa.

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