Um homem de 68 anos foi preso em uma casa de repouso em Everett, Washington, e acusado de homicídio em primeiro grau pela morte de sua esposa em 1992. O Gabinete do Xerife do Condado de Pierce reabriu o caso arquivado após familiares fornecerem novas informações, incluindo confissões do suspeito. James Robert Randle declarou-se inocente durante sua audiência de acusação.
James Robert Randle foi levado sob custódia em uma casa de repouso em Everett após uma investigação renovada sobre a morte de sua ex-esposa, Janice Randle, de quem estava separado. Ela foi encontrada morta em sua cama em novembro de 1992, com a filha do casal, ainda criança, em um berço próximo. Randle disse inicialmente à polícia que ela havia sofrido uma overdose de analgésicos em meio ao divórcio, mas a autópsia não revelou drogas em seu organismo, transformando o caso em uma investigação de homicídio sem evidências suficientes para uma prisão na época, segundo o Gabinete do Xerife do Condado de Pierce. O avanço veio de informações da família, incluindo confissões presenciadas feitas por Randle a seus irmãos e a uma filha. Um promotor adjunto observou no tribunal que Randle admitiu ter forjado a cena para seu irmão e disse à filha que colocou um travesseiro sobre a cabeça de Janice, afirmando: 'Saiba apenas que fui eu'. Novas evidências sugerem que ela morreu em uma luta violenta, contradizendo o relato original de Randle. Imagens de câmeras corporais registraram a prisão, na qual Randle perguntou 'Do que se trata isso?' antes de ser algemado. Ele foi indiciado na quinta-feira, declarou-se inocente e permanece detido sob fiança de US$ 1 milhão. Katie Wakin, filha de Janice e enteada de Randle, disse à KIRO que a família sempre suspeitou dele, mas não tinha provas anteriormente. Ela planeja comparecer às audiências, ressaltando que sua irmã mais nova, encontrada perto do corpo, não tem lembranças da mãe. O gabinete do xerife celebrou o caso como uma prova de como práticas investigativas aprimoradas podem trazer justiça anos mais tarde.