A governadora de Chihuahua, María Eugenia Campos, chegou às sedes da Fiscalía General de la República na Cidade do México para questionar a legalidade de uma intimação relacionada a uma operação contra um narcolaboratório.
Campos defendeu suas ações no desmantelamento do laboratório em Morelos, Chihuahua, onde a colaboração de agentes da CIA foi exposta. Ela declarou que a intimação visava fabricar um crime contra ela sob o pretexto de ser uma testemunha.
“Eu fiz o meu trabalho, defendi as famílias”, declarou a governadora. A intimação original indicava um comparecimento em Ciudad Juárez, mas ela foi até as sedes centrais na capital.
Roberto Gil Zuarth apontou a imunidade de Campos e inconsistências no documento. A FGR investiga a presença de agentes estrangeiros na operação, na qual dois deles morreram.
Separadamente, Campos mencionou uma intimação da Fiscalía da CDMX para o dia 29 de maio às 10h, referente a uma denúncia de Javier Corral, embora aquele órgão tenha esclarecido que se trata de uma audiência sobre uma contestação anterior.