Em 1º de maio, a FGR do México exigiu evidências dos EUA para avaliar o pedido de extradição do governador de Sinaloa, Rubén Rocha Moya, alegando falta de justificativa para a urgência. A medida segue as críticas anteriores da presidente Sheinbaum sobre a fragilidade das provas (veja a cobertura anterior).
Raúl Armando Jiménez Vázquez, chefe da Procuradoria Especializada em Controle de Competência da FGR, afirmou que o documento de extradição dos EUA para Rocha e outras nove pessoas carece de 'referência, motivo, fundamento ou evidência' para a urgência de uma detenção provisória. A FGR solicitará os documentos necessários conforme o tratado bilateral.
Isso atualiza as respostas à acusação dos EUA de 29 de abril, que imputa a Rocha, ao senador Enrique Inzunza Cázarez, ao prefeito de Culiacán, Juan de Dios Gámez, e a outros, vínculos com o Cartel de Sinaloa (Los Chapitos) para o tráfico de drogas e metralhadoras em troca de apoio político (veja a cobertura anterior: 'EUA acusam governador de Sinaloa e nove autoridades de ligações com o cartel').
Rocha descartou renunciar: 'No adelantemos vísperas.' Rosario Robles instou Sheinbaum a extraditar Rocha, argumentando que 'soberania significa defender-nos desse jugo do crime organizado'.